ENCONTREI! TODOS NÓS, VEZ POR OUTRA, ENCONTRAMOS ALGO QUE NOS SURPREENDE, NEM SEMPRE PELA NEGATIVA, O QUE É REALMENTE BOM, MUITO BOM. EU ENCONTREI ALGO QUE QUERO PARTILHAR CONSIGO NESTE BLOG. ABRA E LEIA OS DIFERENTES POSTS. ESPERO QUE TAMBÉM ENCONTRE.
Sábado, 26 de Janeiro de 2008
FAMÍLIA

 

Valorizando a vida familiar

 

Introdução

 

Neste trabalho vou ocupar-me da vida familiar em geral, mas sobretudo, tendo em vista a criança, os filhos, ainda que dirija também algumas palavras aos pais, porque, são eles, os responsáveis por orientar e educar os filhos. Optei por este tema porque entendo que as crianças têm sido e continuam a ser muito mal tratadas, não apenas entre nós, mas um pouco por todo o mundo. Ao longo da minha vida tenho lido bons livros sobre o assunto e considero-me motivado para o tema; não é fácil, mas apaixona-me, gosto de o abordar. Criei e eduquei dois filhos, ambos já casados e sou avô de dois netos maravilhosos e isto, a par das minhas leituras sobre esta temática, me tem dado alguma experiência para falar do mesmo com alguma objectividade, ainda que seja um autodidacta na matéria que abaixo passo a desenvolver.

 

Para meditar

Embora considere que não é de bom tom começar com aspectos negativos é exactamente por aqui mesmo que vou iniciar. Se me é permitido, e com muito respeito por quem tenha opinião contrária, discordo que se proceda com as crianças como se estas fossem adultos em miniatura; para mim, a criança ou as crianças, são seres humano em desenvolvimento, cuja personalidade própria está ainda em formação, possuindo ideias, interesses e aspirações próprias da respectiva idade. Se não soubermos dar o devido valor às crianças, corremos o risco de nos tornarmos insensíveis, não percebendo o significado da vida infantil, podendo até, nos primeiros anos de vida, lançar sobre elas alguns traumas que as acompanharão para sempre. Fazemos bem em prestar atenção às palavras do rei, profeta e Salmista David, quando disse: “os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão”. (Salmo 127:3)

Os pais fazem bem em procurar ser observadores atentos da vida de seus filhos, para que possam ensiná-los no "caminho em que devem andar" (Provérbios 22:6) E também, para aprenderem com eles, com filhos, lições que só na escola da vida e com muita humildade é possível assimilar.

 

Repensando a criança

Transcrevo abaixo o que Dorothy Law, escreveu a respeito da criança:

 

"A criança que é sempre criticada,

Aprende a condenar.

 

A criança que é sempre hostilizada,

Aprende a agredir.

 

A criança que é sempre ridicularizada,

Aprende a ser tímida.

 

A criança que é sempre envergonhada,

Aprende a sentir culpa.

 

A criança que é tratada com tolerância,

Aprende a ser paciente.

 

A criança que é encorajada,

Aprende a ser confiante.

 

A criança que é elogiada,

Aprende a apreciar.

 

A criança que recebe um tratamento imparcial,

Aprende a ser justa.

 

A criança que vive com segurança,

Aprende a ter fé.

 

A criança que é aprovada,

Aprende a gostar de si mesma.

 

A criança que vive em meio à aceitação e amizade,

Aprende a descobrir o amor no mundo."

 

Francamente não sei de onde retirei estas palavras de Dorothy Law, mas sei que as arquivei porque exprimem verdades profundas das quais todos nós deveríamos retirar ensinos, que deveriam ser observados por todos os pais. Dado que “os filhos são a herança do Senhor”.

Os pais precisam ser exemplo no modo de tratar com os filhos; foi S. Paulo que o afirmou quando escreveu aos Colossenses 3:21”Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não percam o ânimo” e ainda aos Efésios escreve dizendo: “E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os com ensino e admoestação correcta”. (Ef 6:4)

Nos dois textos acima referenciados destacam-se alguns indicadores do comportamento desejável dos pais para com os filhos que vão no sentido de valorizá-los, ama-los, e cuidar deles, para que tenham personalidade firme e se sintam felizes. Segundo uma entrevista publicada em http:// revistaepoca.globo.com, o britânico Steve Biddulph, de 51 anos, que conforme a mesma fonte é um dos autores mais bem sucedidos da psicologia infantil, disse: “o que se aprende nos primeiros 3 anos de vida é a socialização: como confiar, se sentir seguro e alegre. Esse aprendizado é precioso demais para colocá-lo em risco no ambiente caótico numa creche barulhenta, com crianças demais”. Noutro passo da referida entrevista ele afirma: “tudo o que os bebes precisam é amor … amor tem a ver com tempo. Quando você é um pai amável com seu filho de colo, o tempo escoa, parece-lhe restar todo o tempo do mundo”; e continua o entrevistado: A pressa é inimiga do amor, porque o corrói e destrói. Temos de combater isso para proteger pais e filhos do estresse. Quando somos amados nossas emoções são apaziguadas. … é difícil tornar-se amado sem ter passado por essa experiência. E a melhor fase para sentir isso é na infância, nos braços dos pais. É quando se desenvolve a parte do cérebro que ama: o córtex frontal, que reconhece um sorriso, aprecia um afago, vê o mundo como seguro e interessante”. No fundo o que Biddulph está a querer dizer é que nada pode substituir o ambiente familiar, o carinho, o colo dos progenitores e estes devem valorizar isto e praticá-lo. O factor valorização tem um grande efeito na formação espiritual, emocional, moral, social e física dos filhos. Uma criança que é valorizada pelos seus pais tem normalmente uma auto-estima elevada. Não se sente fragilizada, vê-se a si mesma como alguém que é apreciado, reconhecido, respeitado, mesmo não entendendo nada de conceitos psicológicos.

Os filhos não são unicamente resultado de uma união biológica. Na verdade, eles são "herança e galardão do Senhor" (S1127.3).

Podemos afirmar que os filhos são talentos vivos, entregues pelo Criador aos pais, para que sejam trabalhados na sua formação espiritual e em todos os demais aspectos da vida. Os pais precisam de perceber o que fizeram ou o que estão a fazer com seus filhos, pelos filhos e para os filhos, no sentido de que eles possam vir a gozar o melhor da vida. É necessário que os pais apreciem o que os filhos fazem; isto implica saber elogiá-los no momento certo; conversar com eles a respeito da vida e dos autênticos valores humanos (não supostos valores) e outros assuntos em geral; é preciso também, que lhes dediquem tempo útil ao longo da vida.

 

O ambiente familiar e a sua importância

É de uma importância incalculável o ambiente familiar na criação e na vida dos filhos.

Aos judeus foi dito, com relação aos princípios a ensinar aos filhos, que deveriam ser escritos nos umbrais da casa, e nas portas, e que todos os grandes princípios que lhes foram ensinados, deveriam estar nos seus corações; e deveriam transmiti-los a seus filhos, e deles deveriam falar assentados em casa, e andando pelo caminho, e deitando-se e levantando-se, para que os estivessem sempre presentes (Dt.6.6-9). Isto mostra-nos que é responsabilidade dos pais educar os filhos dia-a-dia, todos os dias.

Salvo raríssimas excepções, o ambiente familiar vai moldar a vida e o carácter dos membros mais novos da família. Como afirmam os provérbios: “O lar dos pais é a escola dos filhos”,  “Tal pai tal filho”, e ainda, “Filho és pai serás”.

Cabe aos pais a responsabilidade do ambiente que se respira na família. Não podemos esquecer que os filhos ao chegarem a uma certa idade começam a ter também, eles mesmo, a sua influência no ambiente familiar e esta pode ser boa ou menos boa e de alguma maneira, nem sempre, mas na maioria das vezes, isso pode reflectir o tal ambiente em que foi envolvido quando mais novo.

Há famílias maravilhosas, cujos filhos foram, e são, criados com todo o carinho e rodeados de todos os cuidados, mas ao entrarem na idade adolescência/juvenil, saem da linha com que foram educados e tomam-se um quebra-cabeças para a família e por vezes, até para outros que nada têm a ver com os laços sanguíneos. Mas o contrário disto também é verdade, pois, há, igualmente, exemplos de filhos criados sob os mesmos princípios, que vêm a tomar atitudes totalmente díspares da criação que receberam; dentre os quais destaco: Abel e Caim; Isaú e Jacob; o pródigo e o irmão mais velho...

Não restam dúvidas que é a partir da adolescência que as famílias, sobretudo os pais, começam a sentir dificuldades de relacionamento com os filhos e estes, por sua vez, começam também a sentir dificuldades em se relacionar com os pais, então a atmosfera familiar começa a ficar desagradável, tensa; pelo que, compete aos pais fazer tudo o que estiver ao seu alcance para que o ambiente familiar seja sempre e em qualquer circunstância, agradável, bom, sadio, maravilhoso e contribuir para que o lar seja um lugar onde tanto pais como filhos se sintam bem e tenham prazer em estar juntos. Mas para que isso aconteça não pode ser um arranjo de última hora, mas uma prática diária iniciada, logo bem cedo, no princípio da vida a dois e depois a três, a quatro… Lá dizia o sábio Salomão: “o filho sábio ouve a correcção do pai, mas o escarnecedor não ouve a repreensão”. (Pv 13:1)

 

Educar os filhos

Os progenitores não podem pensar apenas em gerar filhos, precisam cuidar da educação deles. É forçoso assumir os privilégios, mas também as responsabilidades. Ao pensar na criação dos filhos não podemos esquecer que isso envolve: alimentar, educar, desenvolver, instruir, formar, inspirar confiança, promover, proteger, disciplinar, abençoar, amar, etc.

Num mundo conturbado como o nosso, numa sociedade onde os valores estão completamente às avessas. Onde as pessoas, por se movimentarem no meio de tanta maldade e falsidade, até parece que tem dificuldades e sentem vergonha em se assumir para fazer o que é correcto. Educar filhos não é tarefa fácil, nunca o foi e não o é agora.

 

É muito importante compreendermos que educar as nossas crianças não é coisa acabada, é um processo que vai crescendo na medida em que a ele nos entregarmos verdadeiramente empenhados.

 

Para pensar

Abaixo deixo alguns alertas para determinados procedimentos que podem criar dificuldades tanto a pais como a filhos e que por isso devem ser evitados.

 

1. A Instabilidade no lar – A qualidade do relacionamento dos cônjuges entre si, vai determinar em muito o êxito ou o fracasso da coexistência familiar. Quando os pais não se relacionam bem entre si, os filhos sentem-se ansiosos porque vêm a sua segurança ameaçada em função da possibilidade de uma rotura/separação dos pais e desestabiliza toda a família. Não poucas vezes, os filhos vivem revoltados com a situação e demonstram zanga, por que se apercebem que não contam para nada, são deixados de lado, esquecidos e até, quantas vezes, manipulados para tomarem partido por um dos progenitores. Sentem-se culpados, porque temem ser a origem do conflito e emocionalmente muitos deles acabam por se insurgir contra a autoridade paterna. É sabido que regra geral lares instáveis geram filhos instáveis.

Procure ser um bom modelo para seus filhos, quando errar admita que errou. Os filhos precisam de ver que os pais são humanos e têm que perceber que errar também é humano.

Pais que se entendem bem são segurança e boa influência para seus filhos, gerando neles estabilidade e confiança. O sonho de qualquer filho é ver que seus pais se amam deveras.

No seu lar, na sua família, faça sobressair o relacionamento em vez de leis ditatoriais, porque leis e regras sem relacionamento adequado, levam à rebeldia. É bom que todos nós aprendamos a construir relacionamentos e não a fazer exigências que na prática se revelam inúteis.

A paternidade deve ser sempre baseada na amizade e no companheirismo. O relacionamento afectivo entre pais e filhos é de suma importância e muito conta para a formação da personalidade das crianças.

A forma de nos relacionarmos com a família pode marcar positiva ou negativamente o carácter dos mais novos.

 

2. As atitudes erradas dos paisAlguns pais, ainda que fisicamente não maltratem os filhos, psicologicamente abusam deles; rejeitam-nos aberta ou camufladamente; por tudo e por nada os criticam e aplicam-lhes castigos severos por dá cá aquela palha ou, então, nunca os admoestam, desprezam-nos simplesmente, não lhes demonstram amor e faltam-lhes com o que todos os filhos esperam dos pais; estas crianças, cedo demonstram indisciplina, manifestando problemas pessoais e comportamentais, tornando-se, muitas vezes, agressivos.

Os pais devem: evitar dar armas de brinquedo aos seus filhos; superprotegê-los; Isolá-los; discutir na frente dos filhos; mentir-lhes e levá-los a mentir; etc.

 

Tipo de pais que nenhum filho gostava de ter

Há certo tipo de pais que nenhum filho gostaria que fosse o seu pai.

 

1. Pais ausentesA falta da presença do pai ou da mãe leva os filhos a sentirem falta de afecto e a inferir que outras coisas se tornam mais importantes para os seus progenitores do que eles, enquanto filhos. Isto pode ser um primeiro passo para o estabelecimento de um comportamento agressivo nas crianças.

É de todo sábio que os pais invistam nos filhos, que lhes dispensem atenção, prioridade, tempo de qualidade, que os amem e criem neles o desejo e o prazer de serem íntimos.

O lar é a coluna vertebral da sociedade e os lares estáveis são construídos em bases sólidas e em valores fortes e sadios, não os despreze. Os filhos precisam crescer num ambiente carinhoso e saudável; não evite mostrar-lhes afecto; alimente a alma dos seus filhos com muito carinho; nutra o seu espírito com muito amor e comparticipe com alegria no seu crescimento físico dando-lhes uma boa alimentação.

 

2. Pais superprotectoresEnquanto os pais ausentes estão distantes, estes estão demasiado perto, não dando espaço útil aos filhos, não os deixam ser eles mesmo, estão excessivamente presentes, tão presentes, que os superprotegem retirando-lhes a liberdade de se expressarem.

Normalmente pais superprotectores, criam nos filhos a ideia de “inatingíveis”, “intocáveis”, “egocêntricos”. Este procedimento leva os filhos a terem um comportamento agressivo contra quem hierarquicamente lhes é superior, porque têm grandes dificuldades em seguir e obedecer a princípios e normas, mesmo as mais simples.

Pais não isolem os vossos filhos, incentivem-nos à participação e cooperação de actividades de grupo, isso facilitar-lhes-á a integração na vida social.

 

3. Pais obsessivosHá pais que pensam que a única maneira de ajudar os filhos a crescer é pressionar e exigir deles mais e mais. Há pais que exigem tanto dos filhos, que andam tão em cima, que acabam por fazer deles pessoas medrosas, assustadas, pessoas que se sentem constantemente vigiadas e com medo de serem negativamente surpreendidos; ficam com o estigma (mania) da perseguição. Não fazem, nem dizem com medo de serem criticados. Deixo aqui uma figura que talvez possa ajudar a compreender o que acima foi dito: Aqueles que tocam viola sabem, que se as cordas ficarem frouxas não dão som capaz, mas se esticadas demais partem, é preciso esticar, mas na medida certa.

 

4. Pais agressivosSão aqueles que para impor respeito a única forma que encontram é bater, agredir, insultar. Este comportamento pode gerar nos filhos a ideia de que se usarem a força, a agressividade, o insulto, vão sempre conseguir tudo o que pretendem.

A criança em crescimento tem necessidade de: Aceitação, de elogio, de disciplina, de ensino. Se as suas necessidades básicas não forem satisfeitas os filhos podem tornar-se insubmissos, obstinados e rebeldes.

Nestes últimos dias temos ouvido de coisas horríveis envolvendo crianças. Passo a citar o Primeiro de Janeiro de 5 de Novembro de 2007, na página 17, que diz: “os maus tratos, a violência sexual, a delinquência e a Educação dominam as notícias sobre crianças divulgadas pela Comunicação Social portuguesa”,(SIC). Ficam por mencionar um imenso número de outros atropelos que marcam as nossas crianças, as famílias directamente envolvidas e ainda todos aqueles que não estando envolvidos pelos laços sanguíneos sofrem com tudo isso, já para não falar do medo que se apodera das pessoas em geral, pelo facto de pensar que poderia ter sido o seu filho ou a sua filha; este tipo de receio tem tomado conta de muitas famílias. Recordo que nos meus tempos de criança andávamos quilómetros a pé para ir à escola e percorríamos os caminhos mais escabrosos, muitas vezes sozinhos, sem haver o receio de sermos assaltados ou molestados de alguma outra forma por pessoas mal intencionadas, que também as havia, mas parece que não se davam e não se ouviam tantos casos, que envolvessem as crianças como os que acima mencionei, retirados do Primeiro de Janeiro. Alguns dizem que era por não haver a possibilidade e a facilidade de comunicação que hoje temos, em que os casos ocorridos nos mais recônditos lugares da terra, num curto espaço de tempo tornam-se do conhecimento geral. Quero acreditar que os órgãos de informação têm nisso a sua influência, mas por outro lado, julgo que não aconteciam mesmo tantas maldades como no presente.

 

A jeito de conclusão quero deixar duas palavras

Palavra final aos pais

Procurem que os vossos filhos participem convosco em algum desporto ou lazer, andem juntos, conversem muito em família, falem com eles dos vossos planos, envolvam-nos no conhecimento do orçamento familiar, levando-os às compras, mostrando-lhes os preços das coisas, procurem que eles percebam que, pelas razões mais diversas, nem tudo se pode comprar; ajude-os a serem cuidadosos com as diversas mordomias, a saber: o tempo, o dinheiro, a saúde e tudo o mais que, desperdiçado em coisas que não edificam, torna-se supérfluo e negativo e pode vir a fazer falta para adquirir géneros de primeira necessidade. Pais, não pensem que por serem progenitores, já sabem tudo, não, há muitas coisas para aprender com os filhos, que o diga o autor destas linhas.

 

Uma palavra final aos filhos

Claro que me dirijo a todos aqueles que, em idade da razão, entenderão por certo, o que exponho, para estes digo: filhos procurem ser amigos dos vossos pais, tentem entendê-los e compreendê-los e se a vosso ver os pais não sabem ou não fazem as coisas da melhor maneira, continuem a amá-los tal como são e se for possível, procurem um jeito de os ajudar a compreender que as coisas podem ser feitas de uma outra maneira e com mais vantagens. Na qualidade de filho, reflecte na vida que os pais já viveram e aprende com eles as lições do dia-a-dia, porque o seu percurso lhes tem aprontado experiências que os filhos, em virtude da idade, ainda não aprenderam.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nota: este trabalho faz parte da experiência, da observação e da acção do autor, enquanto Pastor Evangélico, no aconselhamento e apoio a muitas famílias, em particular aos pais e aos filhos como pessoas e membros do agregado familiar e ainda a outros casos isolados.

 

Bibliografia consultada:

O primeiro de Janeiro de 5 de Novembro de 2007, Notícias à “lupa”

http://revistaepoca.globo.com, consulta feita a 12/11/2007

Vimort J., Vida de Família, Editora Aster, Lisboa, sem data.

Almeida, João ferreira, Bíblia Sagrada, tradução revista e corrigida de 1973

 

Anexos:

1) Fotocópia do Primeiro de Janeiro referido no documento apresentado.

2) Fotocópia da entrevista de Steve Biddulph à Revista écpoca.

 

 



publicado por prjmsousa às 00:21
link do post | comentar | favorito
|

mais sobre mim
pesquisar
 
Abril 2008
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11

13
14
15
16
17
18
19

20
21
22
23
24
25
26

27
28
29
30


posts recentes

POBREZA! QUE POBREZA?

SE DESEJA SER SALVO

MENTES PERTURBADAS

FAMÍLIA

NECESSIDADES SUPRIDAS

Satã derrotado para sempr...

1º MANDAMENTO

ADORAÇÃO

adoração

arquivos

Abril 2008

Março 2008

Janeiro 2008

Novembro 2007

Abril 2007

Março 2007

tags

todas as tags

Fazer olhinhos
blogs SAPO
subscrever feeds