ENCONTREI! TODOS NÓS, VEZ POR OUTRA, ENCONTRAMOS ALGO QUE NOS SURPREENDE, NEM SEMPRE PELA NEGATIVA, O QUE É REALMENTE BOM, MUITO BOM. EU ENCONTREI ALGO QUE QUERO PARTILHAR CONSIGO NESTE BLOG. ABRA E LEIA OS DIFERENTES POSTS. ESPERO QUE TAMBÉM ENCONTRE.
Sábado, 12 de Abril de 2008
POBREZA! QUE POBREZA?

  LEVANTE-SE…CONTRA A POBREZA. “

A VERDADEIRA RIQUEZA

Recentemente, enquanto fazia algumas pesquisas, deparei-me com uma notícia cujo título exponho acima. Seguia-se um curto desenvolvimento: “Cerca de 45 mil portugueses participam hoje numa iniciativa mundial que assinala o Dia Internacional da Erradicação da Pobreza”.

O assunto despertou a minha atenção. Como falava em pobreza, o meu primeiro pensamento foi fazer a ligação de pobreza com a escassez de dinheiro afim se adquirirem os bens essenciais, tais como: alimentos, vestuário, calçado, medicamentos etc.

Ou seja, pensei, como não podia deixar de ser, no que é material. Não podemos negar que é triste, muito triste mesmo, não ter possibilidades de obter os bens imprescindíveis para se sobreviver.

CONTRADIÇÕES

Este título fez-me pensar também em dois quadros que jamais esquecerei. O primeiro é entrar em casa de gente abastada e verificar a existência de abundância de tudo mas, simultaneamente, constatar que o agregado familiar não tem o melhor relacionamento entre si, não se comunica, não vive em paz e, como consequência impera a desconfiança e a infelicidade.

O contraste no segundo quadro está em entrar em casa de uma família pobre, muito pobre mesmo, sem possibilidades de alcançar os tais bens indispensáveis, necessários para o dia-a-dia; porém, vivem em paz, amam-se, desfrutam-se mutuamente e sentem satisfação em estar juntos; no fundo são felizes.

No primeiro somos levados a exclamar: “tanta pobreza no meio de tamanha riqueza”! Enquanto que na segunda situação nos apetece abrir a boca e gritar a plenos pulmões: “Mas que riqueza no meio de tanta pobreza”!

Caro leitor, é assim no mundo em que vivemos, enquanto uns esbanjam, outros passam necessidades. É verdade que havemos todos de fazer um esforço para erradicar a pobreza. Todavia não só a pobreza material, mas também aquela que nos espolia de uma vivência quotidiana sossegada e pacifica connosco e com os outros.

Afinal, um mendigo pode vestir um fato novo, mas nem por isso deixa de ser mendigo; enquanto outro, por envergar uma roupa velha, não significa que seja pobre.

 

A POBREZA DA ALMA

Há riqueza mais indigente que a mais paupérrima pobreza. Jesus disse: Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça porque eles serão fartos. (Mt 5: 6)

Vivemos num tempo em que muita gente se debate com a extrema pobreza. Materialmente vivem com muitas dificuldades. Esta é uma realidade que não pode ser esquecida por nenhum de nós, todavia, existe uma pobreza, que passa despercebida a muito boa gente, que causa uma fome e uma sede, que todas as entidades beneficentes do mundo juntas jamais poderão satisfazer. Diz o profeta: …não fome de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor. (Amós 8: 11-12)

 A pobreza material pode, melhor ou pior, ser suprida pelas instituições de beneficência, mas a fome da Palavra de Deus não há nada nem ninguém que a possa satisfazer, depende muito da própria pessoa.

 

FALSAS SOLUÇÕES

A pobreza espiritual, a busca de Deus, não é assim tão implorada, as pessoas receiam, envergonham-se de Deus e das Suas Palavras. Preferem sofrer voluntariamente o seu distanciamento do Criador. Ao invés de o buscarem a Ele, o manancial das águas vivas, cavam para si cisternas rotas que não retêm as águas (Jr 2:13). Procuram no espiritismo, na religião, no ateísmo, no materialismo, no cepticismo. (Jr 14:3-4). Batem a todas as portas, percorrem todas cisternas, que prometem muito, mas nada dão. Voltam desolados, confundidos e envergonhados com suas vidas vazias. Recordamos aqui as palavras do Senhor pronunciadas pelo profeta Amós: “Andarão errantes de mar a mar, e do norte até ao oriente, e correrão por toda a parte, buscando a palavra do Senhor, e não a acharão (Amós 8:12) São muitas as pessoas que tem necessidade de ouvir a Palavra de Deus? E Andam errantes calcorreando distâncias enormes em busca de satisfação espiritual e tranquilidade interior; todavia seguem o caminho da religiosidade aparente, vivem sem Deus, ainda que o invoquem estão longe Dele, e como diz Tiago: desonram o bom nome que invocam, blasfemam eles o bom nome pelo qual sois chamados? (Tg 2:7)

    Não são poucas as pessoas que procuram satisfazer esta pobreza, esta fome interior nas mais diversas coisas que o mundo oferece, mas em vão.

 

A MELHOR RIQUEZA

O Criador do Céu e da Terra está pronto a ajudar e a abençoar gratuitamente, todavia é rejeitado, Ele, o único que pode de facto socorrer é desprezado. Ele, o único capaz de satisfazer as necessidades mais íntimas do ser humano não é procurado. Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno os seus pensamentos; volte-se ao Senhor, que se compadecerá dele; e para o nosso Deus, porque é generoso em perdoar. (Is 55:6-7)

    A falta de Deus no íntimo do ser humano resulta em pobreza espiritual, e esta gera uma espécie de fome que somente pode ser satisfeita em Cristo Jesus. Foi Ele que deixou o Seu lugar na Glória Celeste, para se fazer homem igual a qualquer mortal, para dar a Sua vida por cada um de nós.

     Ele veio ao mundo, o mundo foi feito por Ele, mas as pessoas deste mundo não O reconheceu. No entanto, a tantos quantos O receberam Deus deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, aos que crerem no Seu nome. Tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo em Cristo Jesus (Jo 1:11-12; II Cor 5:18) e em nenhum outro há salvação porque debaixo do céu nenhum outro nome há dados entre os homens pelo qual devamos ser salvos (At 4:12) Existe apenas um Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo feito homem. (II Tm 2:5)

 Levante-se contra a pobreza… Convínhamos que é um desafio e tanto, mas a pobreza de alma é mais miserável, é mais triste, é mais séria porque está em causa a salvação eterna, o perdão dos pecados. Caro leitor venha a Jesus e ajude outros a encontrá-LO. Ele, sendo o Senhor de tudo, se fez pobre para que enriquecêssemos com a Sua graça e misericórdia. Ele expressou isso mesmo ao dizer: Vinde a mim, todos os que estai cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. (Mt 11:28) Tome agora mesmo a decisão mais acertada, receba Jesus Cristo em seu coração como seu único e suficiente salvador, acabe agora com essa pobreza interior que o vai arruinando e seja verdadeiramente feliz com O Salvador, Jesus.

 

Por: JMSousa



publicado por prjmsousa às 16:06
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Segunda-feira, 31 de Março de 2008
SE DESEJA SER SALVO

Como ser salvo

 

Atos 16:30 E, tirando-os para fora, disse: Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar?

 

Ninguém CONSEGUE SOZINHO

"Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Romanos 3.23)

 

PRECISAMOS dar MEIA-VOLTA

"Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados" (Atos 3.19)

 

O CAMINHO do homem TERMINA EM MORTE

"Há caminho que parece direito ao homem, mas afinal são caminhos de morte" (Provérbios 16.25)

 

NÃO conseguimos CONSTRUIR a nossa salvação

"Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie" (Efésios 2.8-9)

 

SÓ EXISTE UM CAMINHO

"Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14.6)

 

PRECISA ENTREGAR A DIREÇÃO DE SUA VIDA A JESUS

"Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome" (João 1.12)

 

Neste momento você pode receber a Jesus Cristo como Salvador, simplesmente dirigindo-se a Ele… com suas próprias palavras, por exemplo, diga de coração a Deus:

Deus, eu reconheço que tenho pecado contra Ti. Por favor, perdoa-me! Eu creio que Jesus Cristo morreu e ressuscitou para pagar o preço pelo meu pecado. Jesus, entra em meu coração e purifica-me do meu pecado. Neste momento eu confio em Ti como meu único e suficiente Salvador.

 

Se fez comigo esta oração, e a fez com sinceridade, você hoje pode experimentar o "novo nascimento" na família de Deus, de acordo com II Coríntios 5.17: "E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura: as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas."



publicado por prjmsousa às 14:00
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Domingo, 30 de Março de 2008
MENTES PERTURBADAS

A Cura de Mentes Perturbadas!
(The Healing of Troubled Minds!)

 


Arquivo do Texto Simples + Índice dos Sermões em Português + Capela + Subscrição + Copyright


Por David Wilkerson
18 de janeiro de 1999
__________

Mente perturbada é aquela que sofre de insatisfação contínua. Vive tensa, perturbada, inquieta, e não se tranqüiliza e nem repousa. Se aflige com o futuro e com o passado, assim como com as circunstâncias do presente. E estou convencido de que há mais mentes perturbadas na atualidade, do que em qualquer geração anterior!

Quem vive nas grandes metrópoles vê provas diárias disto. Se você ficar na frente dos teatros na Broadway em Nova York e observar os que saem dos shows, dificilmente verá um sorriso no rosto de alguém. São pessoas que pagaram oitenta dólares para encontrar alívio temporário de suas cargas - mas saem com uma carga maior do que quando entraram!

Aparentemente muitos dos que amam a Jesus têm tanta perturbação mental quanto os milhões de descrentes. Vejo prova disto em algumas das cartas que o nosso ministério recebe. Multidões de crentes passam a noite em claro, perturbados e com angústia. Vão à igreja na esperança de experimentar algum tipo de alívio de suas cargas. Mas assim que acaba o culto, o problema volta.

Por que há tanta gente atualmente com problemas mentais? Quero compartilhar com você algumas das razões que eu creio que o Espírito Santo tenha me mostrado:

 


1. Muitas Pessoas São Perturbadas
Pela Pressão dos Tempos.


Durante décadas, especialistas seculares têm nos dito que a prosperidade é a resposta para os problemas da humanidade. Uma boa educação, um emprego decente, uma bela casa, dinheiro no banco - todas estas coisas devem supostamente dar dignidade e paz de espírito às pessoas. Se cada um pudesse ter apenas uma fatia do sonho americano, dizem os especialistas, os nossos problemas de crime e drogas seriam resolvidos.

Esta teoria declara que as pessoas acabam como alcoólatras e viciados porque nunca tiveram um pouco de amor próprio. A pobreza alijou-os das oportunidades que lhes concederiam senso de dignidade. Então agora, se simplesmente lhes concedermos um emprego com salário decente, um bom lugar para viver, com salário todo mês, suas vidas serão ótimas.

Quero responder à esta teoria com uma história pessoal. Anos atrás, Nicky Cruz, um cruel líder da gang Mau Mau, foi levado ao interior para ser analisado por um psiquiatra. Nicky era um brigão que vivia como demônio. Todos que o conheciam achavam que era inteiramente incorrigível, sem chance de mudança.

Após ficar algumas horas com Nicky, o psiquiatra confirmou a avaliação de todos; disse que Nicky era totalmente louco, e não havia esperança de reabilitação. A razão? A razão apontada era que a educação em meio à pobreza de Nicky em Porto Rico, o havia privado das oportunidades que outros receberam. A sociedade era culpada por ele ser um monstro.

Nicky olhou para o psiquiatra e disse: “Cara, você é o louco. Adoro dançar (lutar). Diga-me: como sua mãe lhe tratava?” Ele acabou analisando o psiquiatra!

Nicky estava certo - a pobreza não é a raiz do pecado. Se assim fosse, por que há mais e mais adolescentes se prendendo à drogas pesadas? Estes jovens problemáticos têm tudo que desejam ao seu alcance. Por que se voltariam para as drogas se já têm a paz de espírito que as coisas materiais supostamente concedem?

Por que há um número crescente de médicos, advogados e executivos se tornando alcoólatras? Eles têm empregos bons, salários mensais de dois dígitos de milhares, muitos automóveis, férias freqüentes. Mesmo assim se voltam cada vez mais ao álcool para amortecer suas mentes perturbadas.

Fui à Wall Street no fim do expediente, quando a bolsa de valores fecha. As portas então abrem e fecham, enquanto os corretores saem correndo como um estouro da boiada, procurando o bar mais próximo. Eles se amontoam às dúzias nos barzinhos minúsculos de Wall Street para “encher a cara”, tentando afogar as emoções no álcool.

Por que não estão felizes? Por que têm tantos problemas na cabeça? Eles têm tudo que lhes disseram que precisariam para sentirem-se realizados. Têm uma renda confortável, possuem casas de férias, fumam charutos de 50 dólares, bebem vinho de 300 dólares, têm carros caros. Contudo, se embriagam para conseguir agüentar pelo menos até o fim do dia. Por que estas pessoas não desfrutam de uma paz de espírito tranqüila, saciada?

É porque temem perder tudo! Temem que a economia entre em crise, e que de repente tudo aquilo que trabalharam para acumular, desapareça como fumaça.


Jesus Preveniu Que Nos Últimos Dias
O Coração das Pessoas Seria Atormentado
Pelas Crises Que Ocorreriam no Mundo.


“Haverá...angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas; haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das cousas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados” (Lucas 21:25,26).

Jesus disse que os acontecimentos que sobrevirão ao mundo serão tão assustadores, que as pessoas literalmente cairão mortas por falência cardíaca. Agora mesmo estamos testemunhando exatamente o que Ele previu: o caos mundial, confusão, agitação. As notícias que surgiram no mês passado, dezembro de 1998, por si só já são suficientes para afligir e causar perplexidade até nas mentes mais sólidas:

  • O Japão, a segunda economia mundial, teve uma recessão ainda mais profunda. O segundo maior banco entrou em falência, com débito de 20 milhões de dólares. Agora o governo federal intervém para assumir o banco - mas outros bancos japoneses devem logo entrar em colapso também.
  • Alan Greenspan, presidente do Banco Central americano, afirma que a bolsa de valores americana está se comportando exatamente como antes da crise de 1929. Segundo Greenspan, esta especulação feroz que estamos vendo é do mesmo tipo que produziu a Grande Recessão.
  • Cinco grandes grupos industriais americanos anunciaram o corte de 50.000 empregos em apenas duas semanas.
  • O presidente dos Estados Unidos recebeu pedido de impeachment por parte do congresso. Porém a atitude da maioria dos americanos foi: “E daí?”
  • Um congressista republicano disse, nestas palavras: “Vamos esquecer o impeachment, vamos esquecer esta coisa de moral. Se tirarmos o presidente, vamos perder a prosperidade e acabar em recessão.” As suas palavras refletiram a atitude da maioria dos americanos. A moral não é mais importante, pois a única coisa que importa é o dinheiro. O lema que deu emprego ao atual presidente foi: “O que conta é a economia, seu bobo!”
  • Um respeitável professor de Nova York foi despedido por colocar a Bíblia em cima da mesa, deixando-a à disposição dos alunos. Ele era um dos melhores professores da cidade; a média de sua classe era acima das demais. Se ele tivesse posto uma caixa de preservativos sobre a mesa, nada teria lhe acontecido. Mas ele foi despedido por ter levado a Bíblia à escola!

Todas estas coisas são dolorosas e causam perplexidade a qualquer pessoa que ame a Jesus. Em verdade o nosso ministério recebe montes de cartas de crentes de todo o país que se preocupam com a ruína moral da nação.

Uma destas cartas veio de um pastor na faixa dos noventa anos. Ele recorda a imoralidade da década de 20 que trouxe julgamento sobre nosso país através da Grande Depressão econômica. Ele testemunhou duas guerras mundiais. Viu os transportes mudando de carroças a cavalo, à naves espaciais. Viu a comunicação indo de rádios que chiavam à Internet. Em resumo, viu de tudo.

Agora ele escreve que a pecaminosidade que ocorre em nosso país hoje, lhe causa mais pesar do que qualquer coisa que já tenha testemunhado. Ele mal consegue absorver, diz, porque está tudo tão rápido, e a profundidade da depravação está além da compreensão.

No entanto Jesus traz uma palavra de garantia a despeito de tudo que vemos ocorrendo. Ele ordena: “Vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim” (Mateus 24:6). Ele está dizendo: “Não deixe que nenhuma destas coisas ruins sobre as quais estou lhes prevenindo, perturbe sua mente!”


2. Muitos Cristãos Têm a Mente Perturbada
Por Estarem Perplexos Com a Sua Pecaminosidade,
Com as Suas Fraquezas e Com a Sua Falência Moral


Há muitas vozes no mundo hoje analisando porquê as pessoas estão tão perplexas e abaladas. Mas o resultado é nada mais que uma Babel de razões confusas. O fato é que, nenhuma pessoa que realmente ame Jesus Cristo será abalada pela perda potencial de coisas materiais. Antes, ela será atormentado por problemas na área espiritual!

Paulo conhecia a verdadeira causa das nossas perplexidades e das nossas perturbações. Ele aborda o assunto em Romanos 7: “Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro e sim o que detesto...Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Romanos 7:15,19).

O apóstolo está dizendo: “Exatamente aquilo que não quero fazer, eu acabo fazendo. Mas aquilo que eu quero muito fazer, em obediência a Deus, não me vejo fazendo!”

Aqui Paulo está falando a milhares de crentes sinceros. Eles estão perturbados pois simplesmente não conseguem vencer o pecado. Querem fazer o certo - viverem santos e puros diante do Senhor. E odeiam o pecado que tão facilmente os tenta, e interrompe sua comunhão com Cristo. Mesmo assim continuam voltando para ele!

Acabam ficando angustiados, agitados, esgotados, e gritam: “Ó, desventurado homem que eu sou! Eu não quero mais fazer isso. Mas pareço muito frágil para resistir! Por que sou tão fraco? E até quando vou agüentar esta luta? Será que vou ficar a vida inteira chorando um mar de lágrimas, confessando e me arrependendo, e depois voltando para o pecado?”

Pessoas assim que amam a Jesus, não estão tão preocupadas com a crise econômica ou com a crise mundial, mas estão muito mais aflitos devido à sua queda (espiritual) da semana passada. Eles achavam que haviam dominado aquele pecado que os assediava, mas de repente ele volta sobre eles com força redobrada. Agora se entristecem por haverem ferido mais uma vez o Senhor. E se preocupam: “Por que estou sempre caindo, quando a única coisa que desejo é agradar a Jesus?”


Há Como Se Medir com Exatidão a Espiritualidade


Creio que podemos conhecer o nosso verdadeiro estado espiritual, pelo quanto ficamos atormentados diante de nosso mínimo pecado contra Deus.

Alguns cristãos se entristecem só diante do que consideram “pecados grandes”: adultério, uso de drogas, bebida, palavrões. Mas a pessoa verdadeiramente espiritual sabe que nenhum pecado é pequeno à vista de Deus. E então ela se angustia toda vez que faz uma fofoca, conta uma piada suja ou conserva um mal pensamento. Ela sabe que estas coisas brotam de seu coração, do âmago do seu ser!

Você pode desobedecer a Deus nestas “pequenas coisas”, se justificar e esquecer tudo. Mas se o fizer, nunca terá amadurecimento em Cristo. A sua justiça é medida pelo desconforto que você tem em aceitar qualquer coisa que entristeça seu bendito Salvador!

Há pouco tempo, disse algo não muito cristão à minha esposa. As minhas palavras para ela foram totalmente imprevisíveis, e imediatamente recebi convicção (da parte de Deus). Eu sabia que a havia ofendido, então é claro que pedi que me perdoasse; eu a abracei e lhe disse que a amava.

Mas a minha cabeça continuava perturbada. Eu pensei: “Como fui capaz de fazer uma coisa assim tão fora do padrão de Cristo? Afinal, nunca me vi tão perto do Senhor. Nunca orei mais do que neste ano passado. Devo ser totalmente corrupto por permitir que algo tão grosseiro nasça do coração.”

Exatamente o que detestaria fazer, eu tinha feito. E não fiquei só desapontado comigo mesmo - eu fiquei perturbado, perplexo, agitado no espírito. Fui para o escritório e me prostrei diante do Senhor, invocando o sangue de Cristo para me purificar.

Neste momento o inimigo cochichou para mim: “Esse seu pequeno lapso não foi nada de mais; é uma coisinha de nada.” Mas o Espírito Santo imediatamente se levantou em meu coração para refutar a voz do diabo. Ele me assegurou: “David, o próprio fato de estar se lamentando por esse pecado é prova de que estou operando em você. Quanto mais você se ressente diante até das menores transgressões contra o meu amor, mais perto você chega da vitória!”

Contudo, como continuamos a lutar contra o pecado, as palavras de Paulo para nós em Romanos podem parecer sem sentido. Ele diz:

“...outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues; e, uma vez libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça......transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna; porque o salário do pecado é a morte...” (Romanos 6:17,18,22,23).

Libertados do pecado? Servo da justiça, produzindo fruto santo? Parece brincadeira! Quando lemos isto, temos de admitir com honestidade: “Não estou morto para o pecado. Não fui verdadeiramente liberto. Ainda permaneço sob o poder enganador de um pecado secreto - e isso me perturba. Se o salário do pecado é a morte, então não me resta esperança.”

Cá estão duas cartas resumidas, vindas de cristãos sinceros que têm lutado terrivelmente contra um cativeiro abominável. A primeira vem de um jovem:

“Sou constantemente tentado pelo pecado sexual, e sempre eu cedo. Amo Jesus de todo o coração, mas sinto a presença de Deus sumindo da minha vida. Apesar de amá-Lo, continuo voltando à luxúria. Contudo eu a detesto. Choro como criança na hora que estou participando dela, pedindo que Deus me ajude a não fazer isso. Mas continuo fazendo.”

“Confio em Deus para me livrar, como Paulo diz em Romanos 7. E amo a Deus de todo o coração. Mesmo assim sei que estou errado, e me sinto fraco para mudar. Às vezes me sinto tudo bem, mas outras vezes sinto que estou sendo peneirado como trigo. Sinto-me como um Judas traindo o meu Senhor. Às vezes acho que o suicídio é a única sadia.”

A segunda carta vem de uma mulher casada, envolvida em adultério com um homem casado:

“Oro por libertação, por arrependimento, por poder. Eu prometo ser forte contra a tentação na próxima vez. Mas quando o vejo [meu amante], caio na mesma coisa de sempre. Durante anos vivi uma vida limpa, com moral; nunca pensei que seria capaz de uma coisa destas. Mas agora me enfiei no inferno, e não sei como parar.”

“Quando leio suas cartas circulares, recebo convicção (da parte de Deus). Oro e tento expulsar qualquer demônio que possa ter entrado por causa do pecado. Mas sinto-me amaldiçoada. A mente fica competindo com todos os versículos das escrituras que falam contra o que estou fazendo. Sinto-me réproba. Estou cheia de culpa, de medo, de pânico, de nojo. Sinto-me tão só, separada e isolada de Deus.”

Recebemos muitas cartas como estas; são gritos pedindo ajuda vindos de mentes perturbadas por um pecado que os assedia. Ainda assim devo dizer a todos os que amam Jesus, e que sofrem este terror: este grito íntimo, incomodativo - esta luta na mente - é obra do Espírito Santo!

Deus enviou-nos o Seu Espírito para travar batalha contra nossa carne e seus desejos e luxurias. Assim, se você não sente-se perturbado quando cai, se você consegue “deixar o coisa pra lá” sem sentimento de culpa, de tristeza ou pesar - então o Espírito Santo não está em luta dentro de você.

Contudo, se você está recebendo convicção (da parte de Deus) até mesmo diante da mais leve transgressão, você está perto da verdadeira vitória. Ele está vencendo a batalha em seu coração, produzindo uma tristeza piedosa que leva ao verdadeiro arrependimento!


3. Deus Providenciou um Antídoto
Em Favor da Cura de Mentes Perturbadas!


Há uma vitória à nossa disposição, contra todas estas coisas que atrapalham nossas mentes. Está embutida em uma aliança que Deus fez há muitos anos atrás com Abraão e seus descendentes:

“Para nos libertar dos nossos inimigos e da mão de todos os que nos odeiam; para usar de misericórdia com os nossos pais e lembrar-se da sua santa aliança e do juramento que fez a Abraão, o nosso pai, de conceder-nos que, livres da mão de inimigos, o adorássemos sem temor, em santidade e justiça perante ele, todos os nossos dias” (Lucas 1:71-75).

O pacto de Deus com Abraão e seus filhos é claríssimo: Ele nos livrará de todos os nossos inimigos, para que vivamos sem temor, perturbações e em descanso - todos os dias de nossa vida!

Amado, esta aliança se aplica a cada um de nós que vivemos hoje. Segundo Paulo, todos os que recebem Cristo como Senhor pela fé são “da semente de Abraão.” “...estes filhos de Deus não são propriamente os da carne, mas devem ser considerados como descendência (semente) os filhos da promessa”(Romanos 9:8). “Sabei, pois, que os da fé é que são filhos de Abraão” (Gálatas 3:7).

Então, como podemos reivindicar esta promessa de aliança? Abraão fez pergunta semelhante ao Senhor, quando não viu resolução para o seu dilema. Ele pergunta: “O que me darás, Senhor, vendo que não tenho um filho?” Eis a resposta de Deus: “...eu sou o teu escudo, o teu grandíssimo galardão” (Gênesis 15:1).

O Senhor lhe disse: “Abraão, vou lhe dar a mim mesmo - e só. Eu serei o seu defensor e seu grande galardão - pois Eu sou quem Eu sou. Você jamais precisará ter medo de qualquer inimigo enquanto viver, porque lhe serei Deus!”

O plano de Deus para nós sempre foi simples. Ele diz: “Você não tem de ter medo de nenhum poder que se levantar contra si. Eu vou agir como seu defensor todas as vezes. Se simplesmente confiar em minhas promessas, lançando-se aos meus cuidados pela fé, serei Deus Todo-Poderoso para você. Conquistarei todos os seus inimigos e os derrubarei à sua frente. Você será vitorioso, mais do que vencedor - e viverá os seus dias em paz, sem medo!”

Eu lhe pergunto: você está vivendo seus dias sem medo, em paz de espírito com a mente descansada? A maioria de nós não vive sequer um minuto deste jeito. Entramos e saímos dos nossos momentos de paz, mas não ingressamos inteiramente no descanso de Deus.

Se você está aturdido, perplexo, aflito quanto a um pecado que lhe assedia, então terá de entender: Deus não está zangado com você! Ele não está querendo lhe disciplinar ou julgar. Pelo contrário: Ele anseia por lhe infundir o poder que tudo pode!

Deus declara basicamente a mesma coisa em todas as Suas alianças: “Procuro um povo que creia que o livrarei dos inimigos!” “Da aliança que fiz convosco não vos esquecereis; nem temereis outros deuses. Mas ao Senhor, vosso Deus, temereis, e ele vos livrará das mãos de todos os vossos inimigos” (2 Reis 17:38-39).

No Velho Testamento, os inimigos eram as nações ímpias: os filisteus, os moabitas, os hititas, os jebuseus, os cananeus. Todos estes poderes do mal procuravam destruir o povo de Deus, e levá-lo de volta ao cativeiro.

Hoje os nossos inimigos existem dentro da esfera espiritual: poderes do demônio, lascívias carnais, maus desejos. E no Novo Testamento, Deus repete a garantia para o povo:

“Serei Deus para vocês; e vocês serão o meu filho, a minha filha. Na verdade, serão meus filhos desde agora e por toda a eternidade. Portanto, lembrem-se da aliança que faço com vocês. Vocês não devem temer nenhum homem e nenhuma força, mas só a mim. Eu os livrarei das mãos dos inimigos - incluindo as pressões do demônio, lascívias que se agarram a vocês, hábitos que os dominam, e todo pecado que lhes assedia!”


Você Pode Perguntar:
"Por que Então Não Tenho Esta
Aliança Sendo Cumprida Em Mim?"


Se você fica se perguntando por que continua caindo - por que continua a se sentir fraco e sem poder, fazendo exatamente o que detesta fazer - é provavelmente porque não confiou totalmente nas gloriosas promessas de Deus.

Deus fez todas estas promessas para Abraão; promessas de ser o seu escudo, seu galardão, derrotar todos seus inimigos, até realizar milagres para ele, como lhe dar um filho já sendo idoso. Abraão creu nestas promessas - e Deus diz que sua fé lhe foi imputada (creditada) por justiça.

Igualmente, na hora que desistimos de lutar contra nossos inimigos espirituais em nossa própria força - fixando no coração que tudo aquilo que Deus promete, Ele é competente para realizar, e confiando tudo à Suas mãos - isto será o começo da nossa justiça.

Deus nos auxilia nisto enviando o seu próprio Espírito para fazer residência em nossos corações. O Espírito Santo é o poder de Deus, e este poder declara guerra contra todo poder demoníaco: “...o Espírito (milita) [luta], contra a carne..” (Gálatas 5:17).

O Espírito declara: “É aqui que eu moro agora, diabo. Fiz o meu quartel general aqui, e estou erguendo o estandarte do Deus Todo-Poderoso. Você não manda mais aqui. E a sua briga não é mais com o meu filho: agora é comigo. E vou lhe perseguir, frustrar o seu esquema e combatê-lo em todas as fronts. Este meu filho é agora templo do Espírito Santo!”

Andar no Espírito não é complicado. É simplesmente crer no que Deus disse: “...andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne” (v. 16). Simplificando: “Confie no Espírito Santo! Creia na garantia de assumir a sua causa. Ande no poder da promessa que Ele fez de combater por você!”

A palavra de Deus nos dá uma sólida promessa que é tiro e queda para toda angústia da mente:

“Então, aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei. Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andes nos meus estatutos, guardeis os meus juízos e os observeis” (Ezequiel 36:25-27).

Você vê o que Deus está dizendo? O Seu Espírito realiza toda a obra em você! Ele vai lhe purificar e dar um coração novo. Ele vai levá-lo à obediência e a praticar o que é certo. O seu papel é crer que Ele manterá a Sua palavra, com fé inabalável!

Então: você vai confiar os seus problemas, o seu futuro, a sua vida - e os seus pecados - às mãos do Deus Todo-Poderoso?



publicado por prjmsousa às 12:37
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Sábado, 26 de Janeiro de 2008
FAMÍLIA

 

Valorizando a vida familiar

 

Introdução

 

Neste trabalho vou ocupar-me da vida familiar em geral, mas sobretudo, tendo em vista a criança, os filhos, ainda que dirija também algumas palavras aos pais, porque, são eles, os responsáveis por orientar e educar os filhos. Optei por este tema porque entendo que as crianças têm sido e continuam a ser muito mal tratadas, não apenas entre nós, mas um pouco por todo o mundo. Ao longo da minha vida tenho lido bons livros sobre o assunto e considero-me motivado para o tema; não é fácil, mas apaixona-me, gosto de o abordar. Criei e eduquei dois filhos, ambos já casados e sou avô de dois netos maravilhosos e isto, a par das minhas leituras sobre esta temática, me tem dado alguma experiência para falar do mesmo com alguma objectividade, ainda que seja um autodidacta na matéria que abaixo passo a desenvolver.

 

Para meditar

Embora considere que não é de bom tom começar com aspectos negativos é exactamente por aqui mesmo que vou iniciar. Se me é permitido, e com muito respeito por quem tenha opinião contrária, discordo que se proceda com as crianças como se estas fossem adultos em miniatura; para mim, a criança ou as crianças, são seres humano em desenvolvimento, cuja personalidade própria está ainda em formação, possuindo ideias, interesses e aspirações próprias da respectiva idade. Se não soubermos dar o devido valor às crianças, corremos o risco de nos tornarmos insensíveis, não percebendo o significado da vida infantil, podendo até, nos primeiros anos de vida, lançar sobre elas alguns traumas que as acompanharão para sempre. Fazemos bem em prestar atenção às palavras do rei, profeta e Salmista David, quando disse: “os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão”. (Salmo 127:3)

Os pais fazem bem em procurar ser observadores atentos da vida de seus filhos, para que possam ensiná-los no "caminho em que devem andar" (Provérbios 22:6) E também, para aprenderem com eles, com filhos, lições que só na escola da vida e com muita humildade é possível assimilar.

 

Repensando a criança

Transcrevo abaixo o que Dorothy Law, escreveu a respeito da criança:

 

"A criança que é sempre criticada,

Aprende a condenar.

 

A criança que é sempre hostilizada,

Aprende a agredir.

 

A criança que é sempre ridicularizada,

Aprende a ser tímida.

 

A criança que é sempre envergonhada,

Aprende a sentir culpa.

 

A criança que é tratada com tolerância,

Aprende a ser paciente.

 

A criança que é encorajada,

Aprende a ser confiante.

 

A criança que é elogiada,

Aprende a apreciar.

 

A criança que recebe um tratamento imparcial,

Aprende a ser justa.

 

A criança que vive com segurança,

Aprende a ter fé.

 

A criança que é aprovada,

Aprende a gostar de si mesma.

 

A criança que vive em meio à aceitação e amizade,

Aprende a descobrir o amor no mundo."

 

Francamente não sei de onde retirei estas palavras de Dorothy Law, mas sei que as arquivei porque exprimem verdades profundas das quais todos nós deveríamos retirar ensinos, que deveriam ser observados por todos os pais. Dado que “os filhos são a herança do Senhor”.

Os pais precisam ser exemplo no modo de tratar com os filhos; foi S. Paulo que o afirmou quando escreveu aos Colossenses 3:21”Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não percam o ânimo” e ainda aos Efésios escreve dizendo: “E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os com ensino e admoestação correcta”. (Ef 6:4)

Nos dois textos acima referenciados destacam-se alguns indicadores do comportamento desejável dos pais para com os filhos que vão no sentido de valorizá-los, ama-los, e cuidar deles, para que tenham personalidade firme e se sintam felizes. Segundo uma entrevista publicada em http:// revistaepoca.globo.com, o britânico Steve Biddulph, de 51 anos, que conforme a mesma fonte é um dos autores mais bem sucedidos da psicologia infantil, disse: “o que se aprende nos primeiros 3 anos de vida é a socialização: como confiar, se sentir seguro e alegre. Esse aprendizado é precioso demais para colocá-lo em risco no ambiente caótico numa creche barulhenta, com crianças demais”. Noutro passo da referida entrevista ele afirma: “tudo o que os bebes precisam é amor … amor tem a ver com tempo. Quando você é um pai amável com seu filho de colo, o tempo escoa, parece-lhe restar todo o tempo do mundo”; e continua o entrevistado: A pressa é inimiga do amor, porque o corrói e destrói. Temos de combater isso para proteger pais e filhos do estresse. Quando somos amados nossas emoções são apaziguadas. … é difícil tornar-se amado sem ter passado por essa experiência. E a melhor fase para sentir isso é na infância, nos braços dos pais. É quando se desenvolve a parte do cérebro que ama: o córtex frontal, que reconhece um sorriso, aprecia um afago, vê o mundo como seguro e interessante”. No fundo o que Biddulph está a querer dizer é que nada pode substituir o ambiente familiar, o carinho, o colo dos progenitores e estes devem valorizar isto e praticá-lo. O factor valorização tem um grande efeito na formação espiritual, emocional, moral, social e física dos filhos. Uma criança que é valorizada pelos seus pais tem normalmente uma auto-estima elevada. Não se sente fragilizada, vê-se a si mesma como alguém que é apreciado, reconhecido, respeitado, mesmo não entendendo nada de conceitos psicológicos.

Os filhos não são unicamente resultado de uma união biológica. Na verdade, eles são "herança e galardão do Senhor" (S1127.3).

Podemos afirmar que os filhos são talentos vivos, entregues pelo Criador aos pais, para que sejam trabalhados na sua formação espiritual e em todos os demais aspectos da vida. Os pais precisam de perceber o que fizeram ou o que estão a fazer com seus filhos, pelos filhos e para os filhos, no sentido de que eles possam vir a gozar o melhor da vida. É necessário que os pais apreciem o que os filhos fazem; isto implica saber elogiá-los no momento certo; conversar com eles a respeito da vida e dos autênticos valores humanos (não supostos valores) e outros assuntos em geral; é preciso também, que lhes dediquem tempo útil ao longo da vida.

 

O ambiente familiar e a sua importância

É de uma importância incalculável o ambiente familiar na criação e na vida dos filhos.

Aos judeus foi dito, com relação aos princípios a ensinar aos filhos, que deveriam ser escritos nos umbrais da casa, e nas portas, e que todos os grandes princípios que lhes foram ensinados, deveriam estar nos seus corações; e deveriam transmiti-los a seus filhos, e deles deveriam falar assentados em casa, e andando pelo caminho, e deitando-se e levantando-se, para que os estivessem sempre presentes (Dt.6.6-9). Isto mostra-nos que é responsabilidade dos pais educar os filhos dia-a-dia, todos os dias.

Salvo raríssimas excepções, o ambiente familiar vai moldar a vida e o carácter dos membros mais novos da família. Como afirmam os provérbios: “O lar dos pais é a escola dos filhos”,  “Tal pai tal filho”, e ainda, “Filho és pai serás”.

Cabe aos pais a responsabilidade do ambiente que se respira na família. Não podemos esquecer que os filhos ao chegarem a uma certa idade começam a ter também, eles mesmo, a sua influência no ambiente familiar e esta pode ser boa ou menos boa e de alguma maneira, nem sempre, mas na maioria das vezes, isso pode reflectir o tal ambiente em que foi envolvido quando mais novo.

Há famílias maravilhosas, cujos filhos foram, e são, criados com todo o carinho e rodeados de todos os cuidados, mas ao entrarem na idade adolescência/juvenil, saem da linha com que foram educados e tomam-se um quebra-cabeças para a família e por vezes, até para outros que nada têm a ver com os laços sanguíneos. Mas o contrário disto também é verdade, pois, há, igualmente, exemplos de filhos criados sob os mesmos princípios, que vêm a tomar atitudes totalmente díspares da criação que receberam; dentre os quais destaco: Abel e Caim; Isaú e Jacob; o pródigo e o irmão mais velho...

Não restam dúvidas que é a partir da adolescência que as famílias, sobretudo os pais, começam a sentir dificuldades de relacionamento com os filhos e estes, por sua vez, começam também a sentir dificuldades em se relacionar com os pais, então a atmosfera familiar começa a ficar desagradável, tensa; pelo que, compete aos pais fazer tudo o que estiver ao seu alcance para que o ambiente familiar seja sempre e em qualquer circunstância, agradável, bom, sadio, maravilhoso e contribuir para que o lar seja um lugar onde tanto pais como filhos se sintam bem e tenham prazer em estar juntos. Mas para que isso aconteça não pode ser um arranjo de última hora, mas uma prática diária iniciada, logo bem cedo, no princípio da vida a dois e depois a três, a quatro… Lá dizia o sábio Salomão: “o filho sábio ouve a correcção do pai, mas o escarnecedor não ouve a repreensão”. (Pv 13:1)

 

Educar os filhos

Os progenitores não podem pensar apenas em gerar filhos, precisam cuidar da educação deles. É forçoso assumir os privilégios, mas também as responsabilidades. Ao pensar na criação dos filhos não podemos esquecer que isso envolve: alimentar, educar, desenvolver, instruir, formar, inspirar confiança, promover, proteger, disciplinar, abençoar, amar, etc.

Num mundo conturbado como o nosso, numa sociedade onde os valores estão completamente às avessas. Onde as pessoas, por se movimentarem no meio de tanta maldade e falsidade, até parece que tem dificuldades e sentem vergonha em se assumir para fazer o que é correcto. Educar filhos não é tarefa fácil, nunca o foi e não o é agora.

 

É muito importante compreendermos que educar as nossas crianças não é coisa acabada, é um processo que vai crescendo na medida em que a ele nos entregarmos verdadeiramente empenhados.

 

Para pensar

Abaixo deixo alguns alertas para determinados procedimentos que podem criar dificuldades tanto a pais como a filhos e que por isso devem ser evitados.

 

1. A Instabilidade no lar – A qualidade do relacionamento dos cônjuges entre si, vai determinar em muito o êxito ou o fracasso da coexistência familiar. Quando os pais não se relacionam bem entre si, os filhos sentem-se ansiosos porque vêm a sua segurança ameaçada em função da possibilidade de uma rotura/separação dos pais e desestabiliza toda a família. Não poucas vezes, os filhos vivem revoltados com a situação e demonstram zanga, por que se apercebem que não contam para nada, são deixados de lado, esquecidos e até, quantas vezes, manipulados para tomarem partido por um dos progenitores. Sentem-se culpados, porque temem ser a origem do conflito e emocionalmente muitos deles acabam por se insurgir contra a autoridade paterna. É sabido que regra geral lares instáveis geram filhos instáveis.

Procure ser um bom modelo para seus filhos, quando errar admita que errou. Os filhos precisam de ver que os pais são humanos e têm que perceber que errar também é humano.

Pais que se entendem bem são segurança e boa influência para seus filhos, gerando neles estabilidade e confiança. O sonho de qualquer filho é ver que seus pais se amam deveras.

No seu lar, na sua família, faça sobressair o relacionamento em vez de leis ditatoriais, porque leis e regras sem relacionamento adequado, levam à rebeldia. É bom que todos nós aprendamos a construir relacionamentos e não a fazer exigências que na prática se revelam inúteis.

A paternidade deve ser sempre baseada na amizade e no companheirismo. O relacionamento afectivo entre pais e filhos é de suma importância e muito conta para a formação da personalidade das crianças.

A forma de nos relacionarmos com a família pode marcar positiva ou negativamente o carácter dos mais novos.

 

2. As atitudes erradas dos paisAlguns pais, ainda que fisicamente não maltratem os filhos, psicologicamente abusam deles; rejeitam-nos aberta ou camufladamente; por tudo e por nada os criticam e aplicam-lhes castigos severos por dá cá aquela palha ou, então, nunca os admoestam, desprezam-nos simplesmente, não lhes demonstram amor e faltam-lhes com o que todos os filhos esperam dos pais; estas crianças, cedo demonstram indisciplina, manifestando problemas pessoais e comportamentais, tornando-se, muitas vezes, agressivos.

Os pais devem: evitar dar armas de brinquedo aos seus filhos; superprotegê-los; Isolá-los; discutir na frente dos filhos; mentir-lhes e levá-los a mentir; etc.

 

Tipo de pais que nenhum filho gostava de ter

Há certo tipo de pais que nenhum filho gostaria que fosse o seu pai.

 

1. Pais ausentesA falta da presença do pai ou da mãe leva os filhos a sentirem falta de afecto e a inferir que outras coisas se tornam mais importantes para os seus progenitores do que eles, enquanto filhos. Isto pode ser um primeiro passo para o estabelecimento de um comportamento agressivo nas crianças.

É de todo sábio que os pais invistam nos filhos, que lhes dispensem atenção, prioridade, tempo de qualidade, que os amem e criem neles o desejo e o prazer de serem íntimos.

O lar é a coluna vertebral da sociedade e os lares estáveis são construídos em bases sólidas e em valores fortes e sadios, não os despreze. Os filhos precisam crescer num ambiente carinhoso e saudável; não evite mostrar-lhes afecto; alimente a alma dos seus filhos com muito carinho; nutra o seu espírito com muito amor e comparticipe com alegria no seu crescimento físico dando-lhes uma boa alimentação.

 

2. Pais superprotectoresEnquanto os pais ausentes estão distantes, estes estão demasiado perto, não dando espaço útil aos filhos, não os deixam ser eles mesmo, estão excessivamente presentes, tão presentes, que os superprotegem retirando-lhes a liberdade de se expressarem.

Normalmente pais superprotectores, criam nos filhos a ideia de “inatingíveis”, “intocáveis”, “egocêntricos”. Este procedimento leva os filhos a terem um comportamento agressivo contra quem hierarquicamente lhes é superior, porque têm grandes dificuldades em seguir e obedecer a princípios e normas, mesmo as mais simples.

Pais não isolem os vossos filhos, incentivem-nos à participação e cooperação de actividades de grupo, isso facilitar-lhes-á a integração na vida social.

 

3. Pais obsessivosHá pais que pensam que a única maneira de ajudar os filhos a crescer é pressionar e exigir deles mais e mais. Há pais que exigem tanto dos filhos, que andam tão em cima, que acabam por fazer deles pessoas medrosas, assustadas, pessoas que se sentem constantemente vigiadas e com medo de serem negativamente surpreendidos; ficam com o estigma (mania) da perseguição. Não fazem, nem dizem com medo de serem criticados. Deixo aqui uma figura que talvez possa ajudar a compreender o que acima foi dito: Aqueles que tocam viola sabem, que se as cordas ficarem frouxas não dão som capaz, mas se esticadas demais partem, é preciso esticar, mas na medida certa.

 

4. Pais agressivosSão aqueles que para impor respeito a única forma que encontram é bater, agredir, insultar. Este comportamento pode gerar nos filhos a ideia de que se usarem a força, a agressividade, o insulto, vão sempre conseguir tudo o que pretendem.

A criança em crescimento tem necessidade de: Aceitação, de elogio, de disciplina, de ensino. Se as suas necessidades básicas não forem satisfeitas os filhos podem tornar-se insubmissos, obstinados e rebeldes.

Nestes últimos dias temos ouvido de coisas horríveis envolvendo crianças. Passo a citar o Primeiro de Janeiro de 5 de Novembro de 2007, na página 17, que diz: “os maus tratos, a violência sexual, a delinquência e a Educação dominam as notícias sobre crianças divulgadas pela Comunicação Social portuguesa”,(SIC). Ficam por mencionar um imenso número de outros atropelos que marcam as nossas crianças, as famílias directamente envolvidas e ainda todos aqueles que não estando envolvidos pelos laços sanguíneos sofrem com tudo isso, já para não falar do medo que se apodera das pessoas em geral, pelo facto de pensar que poderia ter sido o seu filho ou a sua filha; este tipo de receio tem tomado conta de muitas famílias. Recordo que nos meus tempos de criança andávamos quilómetros a pé para ir à escola e percorríamos os caminhos mais escabrosos, muitas vezes sozinhos, sem haver o receio de sermos assaltados ou molestados de alguma outra forma por pessoas mal intencionadas, que também as havia, mas parece que não se davam e não se ouviam tantos casos, que envolvessem as crianças como os que acima mencionei, retirados do Primeiro de Janeiro. Alguns dizem que era por não haver a possibilidade e a facilidade de comunicação que hoje temos, em que os casos ocorridos nos mais recônditos lugares da terra, num curto espaço de tempo tornam-se do conhecimento geral. Quero acreditar que os órgãos de informação têm nisso a sua influência, mas por outro lado, julgo que não aconteciam mesmo tantas maldades como no presente.

 

A jeito de conclusão quero deixar duas palavras

Palavra final aos pais

Procurem que os vossos filhos participem convosco em algum desporto ou lazer, andem juntos, conversem muito em família, falem com eles dos vossos planos, envolvam-nos no conhecimento do orçamento familiar, levando-os às compras, mostrando-lhes os preços das coisas, procurem que eles percebam que, pelas razões mais diversas, nem tudo se pode comprar; ajude-os a serem cuidadosos com as diversas mordomias, a saber: o tempo, o dinheiro, a saúde e tudo o mais que, desperdiçado em coisas que não edificam, torna-se supérfluo e negativo e pode vir a fazer falta para adquirir géneros de primeira necessidade. Pais, não pensem que por serem progenitores, já sabem tudo, não, há muitas coisas para aprender com os filhos, que o diga o autor destas linhas.

 

Uma palavra final aos filhos

Claro que me dirijo a todos aqueles que, em idade da razão, entenderão por certo, o que exponho, para estes digo: filhos procurem ser amigos dos vossos pais, tentem entendê-los e compreendê-los e se a vosso ver os pais não sabem ou não fazem as coisas da melhor maneira, continuem a amá-los tal como são e se for possível, procurem um jeito de os ajudar a compreender que as coisas podem ser feitas de uma outra maneira e com mais vantagens. Na qualidade de filho, reflecte na vida que os pais já viveram e aprende com eles as lições do dia-a-dia, porque o seu percurso lhes tem aprontado experiências que os filhos, em virtude da idade, ainda não aprenderam.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nota: este trabalho faz parte da experiência, da observação e da acção do autor, enquanto Pastor Evangélico, no aconselhamento e apoio a muitas famílias, em particular aos pais e aos filhos como pessoas e membros do agregado familiar e ainda a outros casos isolados.

 

Bibliografia consultada:

O primeiro de Janeiro de 5 de Novembro de 2007, Notícias à “lupa”

http://revistaepoca.globo.com, consulta feita a 12/11/2007

Vimort J., Vida de Família, Editora Aster, Lisboa, sem data.

Almeida, João ferreira, Bíblia Sagrada, tradução revista e corrigida de 1973

 

Anexos:

1) Fotocópia do Primeiro de Janeiro referido no documento apresentado.

2) Fotocópia da entrevista de Steve Biddulph à Revista écpoca.

 

 



publicado por prjmsousa às 00:21
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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2007
NECESSIDADES SUPRIDAS

Necessidades supridas

Vivemos dias em que um grande número de pessoas sente cada vez mais e maiores necessidades. Uma boa parte dos problemas que afligem as pessoas não são humanamente possíveis de superar, porque estão para além das capacidades e das possibilidades humanas. Não sei se o leitor é uma das muitas pessoas nestas condições, mas seja ou não, quero, de uma forma honesta, apontar-lhe uma maneira de suprir as suas carências sejam elas de que ordem for.

No Novo Testamento, no Evangelho segundo João 5:1-15, lemos de um homem que pode representar a toda a humanidade.

1. Este homem tinha uma necessidade física.

Narra o texto que, já se encontrava doente havia 38 anos. Trinta e oito anos é muito tempo. Quem sabe, o leitor sofre também de uma doença física, sem importar o tempo que carrega esse sofrimento, pois quem está doente qualquer que seja o tempo acha que é sempre muito. Este paralítico foi colocado, talvez pelos familiares, junto do tanque de Betesda, onde se encontravam muitos outros doente, todos eles esperavam que, por meio do movimento das águas, acontecesse o milagre da cura. Betesda significa “casa da misericórdia”. Se pegar numa Bíblia e ler o texto a que aludimos, reparará que a atenção do homem está toda ela concentrada no tanque, aguardando o movimento das águas. Este tanque é uma figura de todas as coisas que atraem a nossa atenção, desviando-nos daquele, Jesus, que está bem junto a nós, oferecendo solução para os nossos problemas e dificuldades e nem reparamos Nele. Quantos destes tanques, (lugares, pessoas, objectos etc.), há por aí, a quem se atribuem virtudes, julgando que são de Deus, mas que no fundo não são casa de misericórdia, nem têm virtude alguma e como tal, prometem muito, mas não resolvem os problemas das pessoas. Repare bem no que aconteceu - Jesus surgiu na vida deste homem e ele voltou a ter perfeita saúde. O mesmo pode acontecer consigo, leitor.

2. Este homem tinha uma necessidade mental.

Estava tão concentrado no tanque que nem reparou na pergunta que lhe foi feita, nem tão pouco quem a fizera: queres ficar são? Devido aos muitos anos de doença e ainda porque nada nem ninguém lhe tinha podido valer, o homem estava mentalmente muito negativo. Não tenho homem algum que, quando a água é agitada, me meta no tanque; mas, enquanto eu vou, desce outro antes de mim. Facilmente se percebe que se encontrava desanimado, desalentado, esmorecido, triste e sem esperança alguma. No íntimo ele não conseguia pensar positivamente, pois que, ao fim de 38 anos, não via solução. Quando assim é, qualquer mortal desespera. Mas Jesus estava ali junto dele para mudar a sua situação e para o ajudar a perceber que, não obstante aquela desgraça, ainda havia possibilidades. Talvez o leitor chegou também à conclusão de que não há ninguém que o possa ajudar, que se interesse pelo seu caso, mas não é assim. Jesus sabe a sua necessidade e Ele tem solução para o seu problema. Pela fé, olhe para Ele agora, aquele Jesus que veio a este mundo morrer por si e por mim, para nos salvar, curar e libertar, e que depois de morto ressuscitou e foi para o Céu, sendo Deus, Ele está connosco, para responder às nossas necessidades. São muitas as pessoas que ainda hoje dão testemunho desta verdade.

3. O homem tinha também uma necessidade afectiva.

Ele queixou-se: não tenho ninguém que me ajude. Por outras palavras – ninguém quer saber mais de mim, ninguém simpatiza comigo, ninguém compreende o meu problema. Sim, em momentos de desespero, parece que, todos nos voltam as costas; os amigos, a família e até chegamos a pensar que mesmo Deus nos abandonou. É bem possível que este seja o seu caso leitor. Sente falta de simpatia, de amor, de compreensão, de um ombro amigo. Não desespere, muitas pessoas em circunstâncias idênticas têm encontrado ajuda na Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus, que diz: Quando meu pai e minha mãe me desampararem, o Senhor me recolherá. (Salmo 27:10) Ainda que uma mãe se esqueça do seu filho, Eu nunca Me esquecerei de ti, diz o Senhor (Isaías 49:15) Não Te deixarei, nem te desampararei (Hb 13:5) Os amigos podem desapontar-nos, a família pode abandonar-nos, as possibilidades monetárias esgotam-se, mas o Senhor nosso Deus ama-nos e mantém-se fiel. Ele tem solução para o seu problema, independentemente da sua idade ou condição social. Se, se voltar para Ele de coração e o receber pela fé, pode estar certo que Ele não o rejeitará. Ele diz: … o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora. (João 6:37)

O autor destas linhas conhece casos humanamente considerados perdidos, mas que, quando as pessoas em questão, se arrependem dos seus pecados e se entregam nos braços amorosos de Jesus, O Salvador, as coisas mudam completamente para melhor.

4. O Homem de quem temos estado a falar tinha também uma necessidade espiritual.

Depois, Jesus encontrou-o no templo e disse-lhe: Eis que já estás são; não peques mais, para que te não suceda alguma coisa pior. (João 5:14)

 

O pecado é o câncer da alma e muitos problemas surgem na vida das pessoas precisamente por causa do pecado. Jesus quer curar as nossas enfermidades e suprir todas as nossas necessidades. Ele quer perdoar os nossos pecados. Certa ocasião, levaram à Sua presença, um outro paralítico, e a primeira coisa que Jesus lhe disse foi: Filho, perdoados estão os teus pecados, e só depois lhe disse: toma a tua cama e anda e acto contínuo, o paralítico levantou-se, e, tomando logo o leito, saiu em presença de todos. (Acerca deste episódio convidamos o leitor a ler a Bíblia Sagrada em Marcos 2:1-12).

Jesus disse para o homem: Não peques mais, para que te não suceda coisa pior. Jesus está, com isto, a alertar o homem para o pecado e cada um de nós faz bem em tomar este aviso para si. Recordamos a lei da natureza que determina. “Que o homem colhe aquilo que semeia”. È verdade que pecados contra o Deus Santo e Justo só Jesus Cristo, o Filho de Deus e ninguém mais pode perdoar. Ele é fiel e justo para nos purificar de todo o pecado (I João 1:9). Jesus quer satisfazer a nossa necessidade de saúde espiritual, porque ainda que física, afectiva e mentalmente nos encontremos bem, se não tivermos os nossos pecados perdoados na base do sacrifício de Cristo na Cruz estaremos eternamente perdidos (Romanos 6:23). Quantas pessoas hoje vivem esmagadas sob o peso de uma consciência culpada, carregando um fardo de medo e remorso, porque não gozam do perdão divino, o que é diferente de praticar uma religião. Lemos na Palavra de Deus: todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus (Romanos 3:23)

Leitor, se for necessário, contacte-nos, temos muito gosto em ajudá-lo(a) a encontrar solução para o seu problema. Esperamos que, como este homem, venha a dizer que Jesus Cristo Salva, Cura e Liberta. (João 5:15)

 

 

José Manuel de Sousa



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Terça-feira, 10 de Abril de 2007
Satã derrotado para sempre -Jesus Cristo é O grande vencedor

Estudo Bíblico
             Está Escrito

3 - A Estratégia da Rebelião



Na primavera de 1943, o oficial comandante de um destróier japonês subiu a bordo do navio de combate Musashi, identificou-se e pediu uma audiência com o almirante Yamamoto. O imediato olhou para ele como se o pedido não fizesse o menor sentido. Houve um silêncio embaraçoso. Finalmente, o imediato pediu que o oficial o acompanhasse. Ele o conduziu por um labirinto de corredores e escadas até os aposentos do oficial da armada. Só então o visitante percebeu que havia algo errado, tragicamente errado.

Dentro da cabine suavemente iluminada do almirante Yamamoto havia uma mesa comprida e sobre ela sete esquifes cobertos de incenso. O almirante Yamamoto, comandante supremo da marinha japonesa, estava morto. O almirante, alguns dias antes, havia decidido visitar as instalações japonesas nas Ilhas Salomão. Ele planejou a viagem cuidadosamente e um itinerário detalhado, em código, foi enviado por rádio para cada base japonesa para que pudessem se preparar e acompanhar o almirante em sua visita.

Sem que o alto comando em Tóquio soubesse, os americanos tinham decifrado o código japonês. Eles estavam na escuta e anotaram os detalhes do itinerário. Alguém, comentando o incidente, conta o que aconteceu: "Naquela ocasião, em um dia de Abril, um jovem piloto de caça chamado Tom Lanphier entrou em seu P-238, ligou os motores, e se dirigiu até a movimentada pista de Guadalcanal. Durante várias horas, sua esquadrilha voou de norte a oeste, vasculhando os céus em busca de algum sinal do vôo de Yamamoto, e perto da Ilha Bougainville eles avistaram seus aviões. Aceleradores e hélices foram ajustados, botões das metralhadoras activados, e os caças americanos ficaram prontos para disparar.

Lanphier começou a disparar suas balas no espectro que ia crescendo na mira de sua metralhadora. E para o excelente piloto japonês veio a agonia de um avião não respondendo mais ao controle. A asa direita se soltou, e um vidro frontal despedaçou-se pouco antes da escuridão total. O comandante supremo da marinha japonesa estava morto. Por quê? Porque os planos e a estratégia dos japoneses não eram mais segredo!

Você sabia que possui ao seu alcance um documento que contém os detalhes da estratégia de uma rebelião na qual você também está envolvido?

O terceiro capítulo de Génesis é muito mais do que um breve relato da queda do homem, é a revelação dessa estratégia. Olhando-se atentamente você poderá entender facilmente a estratégia usada no éden; ela permanece a mesma desde aquele tempo até agora. E é importante que todos nós saibamos que essa estratégia ainda é usada hoje.

O plano tão engenhosamente concebido não foi produto da mente humana. Ele foi concebido por uma mente incrivelmente inteligente, a mente de um anjo rebelde. Esse plano foi tão eficaz naquele primeiro encontro com a raça humana que nunca foi mudado! A queda do homem de sua elevada posição foi a maior tragédia que esta planeta já conheceu. Mas o instigador da tragédia espertamente a desmereceu, ridicularizou-a, ao ponto de impressionar a mente de milhões, convencendo-os de que aquilo que aconteceu no éden não passou de um mito e que a queda do homem foi uma piada. "O Jardim do éden? Onde Eva comeu a maça?" E em seguida um sorriso sarcástico. Quem acredita nisso? Milhões jamais leram a história. Eles se surpreenderiam ao saber que não há qualquer menção na Bíblia, no livro de Génesis.

Jamais passou pela mente dessas pessoas que os problemas que enfrentamos começaram com um escolha deliberada por parte de duas pessoas reais em um jardim igualmente real que poderia ser chamado de paraíso. O instigador da rebelião não quer que a queda do homem se pareça realmente com uma queda. Se você duvida do sucesso da propaganda, considere isto: quase todas as escolas ensinam, como fato estabelecido, que o homem evoluiu sempre, desde o princípio, no obscuro passado. Segundo elas, o homem jamais caiu. Você entende? Não existe lugar na teoria da evolução para a queda do homem. E é claro, se o homem jamais caiu, ele não precisa de um Salvador. Ele pode se arranjar muito bem sozinho.

A experiência do éden, em algumas versões da propaganda do anjo rebelde, é admitida livremente como fato. Mas é louvada como a corajosa quebra de todas as restrições por parte do homem, como se fosse a sua declaração de independência. Um triunfo em lugar de uma tragédia. Seja qual for o raciocínio, a expulsão de nossos primeiros pais geralmente é vista como uma coisa muito, muito trivial. Precisamos examinar o terceiro capítulo de Génesis mais profundamente. Precisamos descobrir o que realmente aconteceu. Só assim entenderemos o seu significado. Mas primeiro precisamos do apoio de dois versículos do segundo capítulo de Génesis.

"E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente; mas da árvore da Ciência do Bem e do Mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás." Génesis 2:16 e 17. Muitas pessoas acham que Deus estava sendo um pouco exigente, injusto, em punir nossos primeiros pais e por consequência em nos punir também, por uma ofensa tão trivial como comer uma frutinha. Foi mesmo trivial?

Se Adão e Eva estivessem sem comida, com fome, a tentação de desobedecer a Deus poderia ter sido forte. Mas por todo o jardim havia árvores carregadas com frutos deliciosos. Apenas uma árvore estava proibida. Eles tinham liberdade para comer de todas as outras. Mas por que Deus proibiu que comessem do fruto de uma determinada árvore? Seria venenoso? Não. Deus não faz fruto venenoso. A restrição foi feita porque havia uma razão importante. Deus queria que eles vivessem para sempre. Mas não concederia a imortalidade ao homem e à mulher até que tivesse certeza de que lhes poderia ser confiada a vida eterna. Deus teria uma raça de imortais rebeldes nas mãos.

Teria que haver um teste. Era preciso que houvesse alguma regara que pudesse ser quebrada, algum mandamento que pudesse ser desobedecido. Teria que haver uma escolha. Uma decisão entre o certo e o errado. Sem essa escolha, a obediência deles não significaria nada. Seriam robôs!

Muitos crêem que Adão e Eva foram criados imortais, e que nós temos uma alma que não morre. Mas Deus disse claramente a Adão que a morte seria o resultado da desobediência. E Deus iria dizer isso a ele, se o tivesse criado imortal? Teria dito isso se fosse impossível para ele morrer?

Comer um frutinho parece uma pequena ofensa, mas a restrição também é pequena. Isso torna o desrespeito a ela tão monstruoso quanto inescusável. Deus deu tantas coisas a eles e lhes pediu tão pouco... E eles desobedeceram. Que tipo de lealdade é essa? E tem mais. Eva não poderia acreditar na serpente sem primeiro duvidar de Deus. Ela comeu o fruto somente quando concluiu que Deus havia mentido e estava tentando esconder alguma coisa dela, conforme a serpente havia declarado. Adão não foi enganado. Quando Eva lhe ofereceu o fruto, ele percebeu imediatamente o que havia se passado. Ele sabia que Eva deveria morrer. E às pressas, decidiu comer e morrer com ela.

A Bíblia descreve o que aconteceu. Génesis (VT)3:1 a 6: "Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o Senhor tinha feito. E esta disse à mulher: é assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim? E disse a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim comeremos; mais do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais. Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal. E vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela."

Esses seis versículos são um documento onde a estratégia do anjo caído se torna óbvia. A estratégia, o método de agir, a filosofia, a estrutura básica de sua propaganda, tudo aparece de forma muito clara. O modo como ele actuou no passado é o modo como actua hoje. Nada mudou. E note que Satanás não queria que sua verdadeira identidade fosse conhecida. Ele usou um disfarce. Ele usou o método da personificação. Será que ele ainda opera desse modo? "E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz." II Coríntios (NT) 11:14. Ele utiliza o disfarce, o médium, a personificação.

Ele usou um fenómeno mediúnico para atrair a atenção da sua vítima. A serpente, no jardim do éden, era sem dúvida um lindo animal. Mas a serpente não sabia falar, nem se comunicar. Foi isso que atraiu Eva: uma serpente falante.

Satanás utiliza o mesmo método sobrenatural hoje com infinitas variações. é assim que milhões são atraídos ao espiritismo e ao ocultismo. Você encontrará o mundo espírita divulgado nas principais revistas e livros nas bancas de jornais e livrarias. Satanás, falando através da serpente, não perdeu tempo em incutir dúvida na mente de Eva. Dúvida sobre a credibilidade da palavra de Deus. Observe o modo cínico como ele disse: "Deus não disse que você morreria se comesse deste fruto? Deus sabe que não, Ele sabe que você não morrerá. Ele sabe que se você comer deste fruto, você será igual a Ele." Satanás foi ao ponto de contradizer directamente a palavra de Deus. Deus disse: "Se comer do fruto você morrerá." Satanás disse: "Você não vai morrer."

Satanás não diz a verdade. Cristo afirmou: "Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele; quando ele profere mentira fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira." São João (NT)8:44. Portanto, o anjo caído é um mentiroso. Ele usa meias verdades.

Quanto mais a verdade se misturar com o erro, mais atraente e perigosa é para suas vítimas. Havia uma insinuação de que Deus estava escondendo alguma coisa de nossos primeiros pais, algo que Ele não queria que soubessem. Deus realmente não queria que eles soubessem o que é ser assombrado pela culpa, ao ponto de não poderem dormir. Ele não queria que soubessem o que é ver um filho amado tirar a vida do próprio irmão. Ele queria evitar esse conhecimento deles e de nós.

Isso é tirania? Ou é amor? o que você acha? As palavras que Deus disse a Adão, registradas em Génesis 2:17, não foram um ultimato arbitrário. Não foram uma ameaça. Deus não disse: "Adão, não se atreva a comer do fruto daquela árvore. Se comer, Eu mato você." As palavras de Deus foram uma advertência feita com amor sobre qual seria o resultado da desobediência. A morte não se segue à desobediência porque a advertência foi feita. Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isto também ceifará. Gálatas (NT) 6:7O que o homem semear, isso ele ceifará - essa é uma lei da vida que funciona com precisão matemática. "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor." Romanos (NT) 6:23.

Lúcifer, no início de sua rebelião, saiba que o salário do pecado é a morte. Ele foi devidamente alertado para onde seus passos o estavam levando. Mas recusou-se a voltar. Agora, ele sabe que um dia terá que morrer. Ele decidiu que, se tem que morrer vai levar quantos puder consigo! Como ele se propõe a conseguir isso? Existem dois elementos-chave em sua estratégia, em sua filosofia, em sua propaganda.

O primeiro deles é: "Certamente não morrereis. Você não pode morrer. Deus fez você com uma alma imortal. A morte é impossível." Imagine o que o diabo pode fazer com essa filosofia, pois se o homem não morre quando morre, deve ser possível se comunicar com ele. Deve ser possível voltar à vida. Se não há morte, então podemos viver como bem quisermos, e nada nos acontecerá. Podemos rir das advertências de Deus.

Para onde isso nos conduz? Se homens e mulheres não podem morrer, se eles são imortais, então terão que viver para sempre em algum lugar. Assim, o anjo caído inventou um inferno de fogo eterno onde um Deus vingativo poderia se deliciar em ver o povo sofrer nas chamas que nunca acabam. Que insulto para o carácter de Deus! Que mentira!

Milhões acreditam sinceramente nisso. Somente Deus sabe quantos se afastaram de todas as religiões por não conseguiram aceitar tamanha tortura de um Deus de amor. Mas a Bíblia nada diz sobre tal lugar de tortura sem fim. Essa é uma invenção do anjo caído.

O segundo elemento-chave na estratégia do inimigo aparece em sua promessa mentirosa: "Sereis como Deus." Hoje somos bombardeados com essa filosofia. "Há uma fagulha de divindade dentro de você.", dizem. "Você deve trazê-la para fora. Você é um pequeno Deus." Essa fala tem milhares de variações. O que isso quer dizer? "Vá sozinho, seja independente. Você não precisa de Deus." Foi assim que começou a controvérsia neste planeta. O tema foi a autoridade de Deus. Seu trono, Sua lei e Seu carácter. O alvo principal da ira do inimigo foi o Filho de Deus, Seu posto e poder como Criador. O alvo da rebelião, no passado e agora, é o controle da mente dos homens, seu culto, seja por opção ou pela força. Você entende agora um pouco melhor a tragédia do éden?

Satanás tinha vencido a primeira etapa da luta. Ele havia persuadido nossos primeiros pais a se venderem à escravidão, que, sem a intervenção divina, não poderia ser interrompida. Mas a intervenção divina viria. Encontramos no mesmo capítulo de Génesis a promessa de um Salvador: "E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar." Génesis 3:15. Estas palavras, ditas a Satanás na audiência de Adão e Eva, eram um mistério para ele. O que poderiam significar? Quem feriria a sua cabeça? O que Deus iria fazer? Ele iria prover uma saída para o casal? Certamente Deus não iria se importunar com o povo deste minúsculo planeta. Provavelmente Ele iria expulsá-los e esquecê-los. Certamente o Filho de Deus não iria descer do Céu para desafiar o seu poder sobre a raça humana.

O coração egoísta de Lúcifer não poderia entender o amor. Ninguém estava mais inquieto sobre o que Deus iria fazer do que o culpado autor da rebelião. Não é de admirar que numa noite escura, muitos séculos depois, ele tremeu quando viu a luz brilhante sobre Belém e ouviu o cântico dos anjos.

Você não gostaria de agradecer a Deus por nos deixar saber do que se trata o conflito, bem como a estratégia do inimigo para que possamos escapar de seus enganos?

 

(extraído da net por JMSousa)



publicado por prjmsousa às 19:04
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Sábado, 17 de Março de 2007
1º MANDAMENTO

Êxodo  20:3-7

 

3Não terás outros deuses diante de mim.

4Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.

5Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem

6e faço misericórdia em milhares aos que me amam e guardam os meus mandamentos.

7Não tomarás o nome do Senhor, teu Deus, em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.

 

As tábuas contendo os dez mandamentos são duas. Os mandamentos são também de duas ordens distintas, de um a quatro referem os nossos deveres para com Deus. Os últimos seis, referem-se aos relacionamentos humanos.

 

Como é óbvio, não vou falar de todos eles nesta apresentação, ocupar-me-ei apenas do primeiro e não se pense que o assunto se esgota aqui, pois que, muito mais pode e deve ser dito a tal respeito.

 

1. Não terás outros deuses diante de MIM. (Êx 20:3)

Este mandamento da Lei de Deus proíbe claramente o politeísmo ou seja a adoração ou a noção ou a invocação de outros deuses.

 

Deus ordena que Ele só deve ser adorado e servido como Deus.

 

Josué, entre outros, faz questão de lembrar isso ao povo.

(Js 24:14- 14-17) Agora, pois, temei ao Senhor, e servi-o com sinceridade e com verdade, e deitai fora os deuses aos quais serviram vossos pais dalém do rio e no Egipto, e servi ao Senhor. 15Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais: se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor.

16Então, respondeu o povo e disse: Nunca nos aconteça que deixemos o Senhor para servirmos a outros deuses; 17porque o Senhor é o nosso Deus; ele é o que nos fez subir, a nós e a nossos pais, da terra do Egipto, da casa da servidão, e o que tem feito estes grandes sinais aos nossos olhos, e nos guardou por todo o caminho que andamos e entre todos os povos pelo meio dos quais passamos.

 

Também Moisés teve necessidade de voltar a recordar isso ao povo.

(Êx 23:13) E, em tudo que vos tenho dito, guardai-vos; e do nome de outros deuses nem vos lembreis, nem se ouça da vossa boca.

 

Israel estava no meio de outros povos que cultuavam a um número muito grande de deuses.

 

Entretanto, quando o povo de Israel estava para sair do Egipto, ficou provado, por meio das chamadas pragas, que Deus/Jeová é o único Deus.

 

O Senhor Jesus Cristo disse para ao tentador: (Mt 4:10) Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás (gg. Proskyneo = prostrar-se e adorar) e só a ele servirás. (gg. Latréia ou latria, que aparece como adoração no sentido de culto, ritos, cerimónias, serviços exteriores – Jo 16:2; Rm 9:4; 12:1; Hb 9:1,6)

 

O que significa que devemos prostrar-nos e servir somente a Deus e a mais nada nem ninguém, porque servir a algo ou a alguém que não seja o próprio Deus, é idolatria.

(Gl 4:8) Mas, quando não conhecíeis a Deus, servíeis aos que por natureza não são deuses. Paulo aqui está a censurar a vida de idolatria que outrora os cristãos da Galácia levavam, antes de conhecerem a Deus.

 

Servíeis - Paulo usa (gg. Dulia) derivado do verbo gg. Douléuo que trás como equivalente, servir, ser escravo, subserviente. Este verbo é usado para expressar o nosso dever de servir a Deus aparecendo em passagens como Mt 6:24; At 20:19; Rm 12:11; 14:18 e outras.

 

(I Ts 1:9) porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir ao Deus vivo e verdadeiro  

 

 

Por duas vezes se lê no Apocalipse que o apóstolo João foi exortado pelo ser angélico a respeito:

(Ap 19:10) E eu lancei-me a seus pés para o adorar, mas ele disse-me: Olha, não faças tal; sou teu conservo e de teus irmãos que têm o testemunho de Jesus; adora a Deus; porque o testemunho de Jesus é o espírito de profecia.

 

(Ap 22:8-9) E eu, João, sou aquele que vi e ouvi estas coisas. E, havendo-as ouvido e visto, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava para o adorar.

9E disse-me: Olha, não faças tal, porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus.

 

Não terás outros deuses diante de MIM. (Êx 20:3)

À luz tanto do V.T. como do N.T. este mandamento implica pelo menos em três aspectos que devem ser seguidos por todos aqueles que desejam realmente ser sinceros e leais à Palavra de Deus:

1) A adoração deve ser exclusivamente dirigida a Deus. O que significa que não se deve prestar culto ou orar a quaisquer “outros deuses”, espíritos ou pessoas falecidas, nem mesmo buscar orientação e ajuda da parte deles.

(Lv 17:7) nunca mais sacrificarão os seus sacrifícios aos demónios, após os quais eles se prostituem: isto ser-lhes-á por estatuto perpétuo nas suas gerações.

(Dt 6:4) Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor.

(I Co 10:19-20) 19Mas que digo? Que o ídolo é alguma coisa? Ou que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa?

20Antes, digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demónios e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demónios.

21Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demónios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demónios.

 

2) O cristão deve consagrar-se inteira e totalmente a Deus (Mt 4;4) Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.

 

3) O cristão deve ter como único propósito na vida, buscar e amar a Deus acima de todas as coisas. (Dt 6:5) Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu poder.

6E estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração;

 

(Sl 119:2) Bem-aventurados os que guardam os seus testemunhos e o buscam de todo o coração.

 

(Mt 6:33) Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas. Ou seja: tende uma conduta de acordo com a vontade de Deus e sendo assim Deus não nos negará bem algum.

 

(Mt 22:37-40) E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.

38Este é o primeiro e grande mandamento.

39E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

40Desses dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.

 

 A Bíblia afirma que existe um só e único Deus verdadeiro em oposição a todos os deuses criados pela arte e imaginação dos homens (At 17:29) Sendo nós, pois, geração (criação) de Deus, não havemos de cuidar que a divindade seja semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida por artifício e imaginação dos homens.

 

Sendo geração de Deus, ou “sendo também filhos dele.” Ora, se, se considera que somos filhos Deus, não devemos pensar que Deus é parecido com um ídolo de ouro, de prata ou de pedra, feito pela arte e habilidade das pessoas. Ou seja: um trabalho em relevo, uma inscrição gravada…

 

Por mais habilidoso que seja o artífice não pode de maneira nenhuma contradizer a verdade da Palavra de Deus.

 

DEUS

(hebr. El, Elah, Eloah, Elohim; gr. theós) O nome mais geral da Divindade (Gn 1.1; Jo 1.1). Deus é o Ser Supremo, único, infinito, criador e sustentador do universo. É espírito pessoal e subsiste em três pessoas ou distinções: Pai, Filho e Espírito Santo. É santo, justo, amoroso e perdoador dos que se arrependem.

O ateu diz que Deus não existe; o agnóstico diz que não podemos saber se Deus existe ou não; mas o crente sabe que Deus existe e afirma como está escrito: “... Nele vivemos, nos movemos e existimos” (At 17.28).

 

Não terás outros deuses diante de MIM. (Êx 20:3)



publicado por prjmsousa às 18:59
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Sexta-feira, 16 de Março de 2007
ADORAÇÃO

A ADORAÇÃO E DEUS

A maneira de adorar reflecte a ideia que as pessoas têm de Deus.

 

Alguns “adoradores” parece que querem reduzir Deus a um simples espectador presente nos actos de adoração “cultos”. Assim como se Deus fosse um avozinho de barbas brancas que fica a olhar os netinhos enquanto se divertem com as brincadeiras próprias deles.

 

Ap 4:11 Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas.

 

Deus é o Juiz de toda a terra, Ele é o Criador de todo o Universo. Ele é Santíssimo e deseja que os que o adorem o façam tão perfeitamente quanto possível dentro da Perfeição divina.

 

Mt 5:48 Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus.

 

Gl 6:15 Porque em Cristo Jesus nem a circuncisão nem a incircuncisão tem virtude alguma, mas sim o ser uma nova criatura.

 

Não importa se somos circuncidados (judeus ) ou não, o que conta é se quando aceitamos Cristo como nosso salvador fomos realmente mudados em pessoas novas, diferentes.

 

Pois entende-se que quando uma pessoa recebe Cristo pela fé se torne numa pessoa totalmente nova por dentro, cujos actos diários se salientam e todos vejam e glorifiquem ao Pai Celestial (Mt 5:16) Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. (II Cor 5:17)

 

Porque foi para isto que Ele se entregou à morte por nós   14 O qual se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniquidade, e purificar para si um povo seu especial,(diferente) zeloso de boas obras.  (Tt 2:14)

Na realidade, nem todos os que falam como cristãos são verdadeiros adoradores. Os tais podem referir-se a MIM (disse Jesus) como Senhor, porém, apesar disso não entrarão no Céu. Porque a questão não é se eles dizem que EU SOU O SENHOR, mas se eles obedecem ou não a meu Pai. (Mt 7:21) Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.

 

Deus deseja comunicar-se connosco e revelar-se a nós e Ele tem feito isto de muitas maneiras, vejamos:

a) Rm 1:20  Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inexcusáveis;   (Ap 4:11) Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas.

 

b) II Tm 3:16 Toda a Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça;

 

c) Rm 8:16 O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.

 

d) Jo 1:17-18  Porque a lei foi dada por Moisés; graça e a verdade vieram por Jesus Cristo.

18 Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigénito, que está no seio do Pai, esse o fez conhecer.

 

Deus quer que o adoremos. A adoração é apenas uma parte da nossa resposta à comunicação e revelação de Deus que nos leva a amá-lO. Adorá-lO, reverenciá-lO, louvá-lO.

 

Quando alguém pede alguma coisa da parte de Deus ou se queixa perante Ele enquanto ora, está a comunicar-se com Deus de modo real, mas não está a adorar.

 

A nossa maneira de adorar tem que ajudar os outros, à nossa volta a temerem verdadeiramente a Deus e a reconhecerem a Sua Dignidade e a de Seu Filho Jesus Cristo.

 

Por outras palavras, todo o verdadeiro adorador no seu acto de culto deve ser, tem de ser, pedagógico, tem que se aproximar de Deus e levar os outros que com ele participam da adoração, no mesmo sentido. Se a nossa maneira de adorar não influencia assim os que connosco participam, nós falhamos na nossa adoração.

 

Jo 5:23 Para que todos honrem o Filho, como honram o Pai. Quem não honra o Filho, não honra o Pai que o enviou.

 

As “testemunhas de Jeová” fazem questão de salientar o nome de Deus Pai em detrimento do Filho - Jesus Cristo. Falham na sua adoração.

 

Os Adventistas e Sabatistas do sétimo dia exaltam o Dia de Sábado dizendo que se não o guardarmos não pudemos ser salvos, quando a Bíblia atribui a salvação não a um dia, mas a Cristo Jesus, como está escrito: E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. (At 2:21)

 

A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo.

(Rm 10:9)

 

 

O catolicismo faz distinção entre “adorar e venerar” afirmando que os seus adeptos não adoram as imagens de escultura, somente as veneram. Mas isto é fugir à questão, pois as Escrituras Sagradas não ordenam que veneremos as imagens de escultura, ainda que representem o maior santo ou a maior santa.

 

Na realidade “adorar ou venerar” são para todos os efeitos práticos sinónimos. Quem adora venera e quem venera adora.

Só Deus deve ser adorado.

At 10:25-26

25 E aconteceu que, entrando Pedro, saiu Cornélio a recebê-lo, e, prostrando-se a seus pés, o adorou,

26 Mas Pedro o levantou, dizendo: Levanta-te, que eu também sou homem.

 

At 14:14-15

14 Ouvindo, porém, isto os apóstolos Barnabé e Paulo, rasgaram os seus vestidos, e saltaram para o meio da multidão, clamando,

15 E dizendo: Varões, por que fazeis essas coisas? Nós também somos homens como vós, sujeitos às mesmas paixões, e vos anunciamos que vos convertais dessas vaidades ao Deus vivo, que fez o céu, e a terra, e o mar, e tudo quanto há neles;

 

At 17:16,22-25,29

16 E, enquanto Paulo os esperava em Atenas, o seu espírito se comovia em si mesmo, vendo a cidade tão entregue à idolatria.

22 E, estando Paulo no meio do Areópago, disse: Varões atenienses, em tudo vos vejo um tanto supersticiosos;

25 Nem tampouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, e a respiração, e todas as coisas;

29 Sendo nós pois geração de Deus, não havemos de cuidar que a divindade seja semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida por artifício e imaginação dos homens.

 

 

Ap 19:10 E eu lancei-me a seus pés para o adorar; mas ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus; adora a Deus; porque o testemunho de Jesus é o espírito de profecia.

 

Ap 22:9  E disse-me: Olha não faças tal; porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus.


música: EU TE ADORA SENHOR

publicado por prjmsousa às 19:12
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adoração

adorar é reconhecer o que Deus é.

Louvar é elogiar a Deus pelo que Ele faz, fez e fará.

 

ADORAÇÃO

 

II Cró 7:3 E todos os filhos de Israel, vendo descer o fogo, e a glória do Senhor sobre a casa, encurvaram-se com o rosto em terra sobre o pavimento, e adoraram e louvaram ao Senhor; porque é bom, porque a sua benignidade dura para sempre.

 

 

Nee 8:6 E Esdras louvou ao Senhor, o grande Deus; e todo o povo respondeu: Amém, Amém! levantando as suas mãos; e inclinaram-se, e adoraram ao Senhor, com os rostos em terra.

 

 

O que é adorar a Deus?

 

A adoração a Deus é algo que está latente em cada ser humano, faz parte das nossas emoções, pensamentos e desejos. Ainda que expresso das formas mais diversas o ser humano revela ter fome e sede de Deus, porque dentro de cada um habita a semelhança do Criador.

 

É na Bíblia que encontramos a verdadeira fonte para compreendermos a verdadeira adoração a Deus.

 

Para ser verdadeira a adoração a Deus tem que envolver a totalidade do nosso ser. Como somos demasiado limitados, o Espírito Santo dá-nos a compreensão e a revelação da verdadeira adoração ao Criador.

 (I Co 2: 9-12)

9 Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam.

10 Mas Deus no-las revelou pelo seu Espírito; porque o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus.

11 Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus.

12 Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus.

 

A adoração é uma maneira de nos comunicarmos com Deus e de O servir. A adoração a Deus requer a nossa total dedicação. (Rm 12:1)

ROGO-VOS pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.

 

Certa vez Jesus disse aos Seus discípulos: Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora. (Jo 16:12)

 

Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito. (Jo 14:26)

 

O que Jesus está a querer dizer aos discípulos é que há coisas que eles vão sabendo gradualmente.

 

Da mesma maneira Deus se revela progressivamente ao crente que o adora verdadeiramente. Quanto mais séria for a nossa adoração a Deus, mais vamos amadurecendo no conhecimento dele e com o crescimento espiritual natural ao verdadeiro adorador também as nossas atitudes e acções se tornam mais e mais agradáveis a Deus.

 

Quem adora individualmente a Deus também tem prazer em adorar a Deus com os seus irmãos na fé. Se a adoração individual é de grande importância a adoração colectiva também o é igualmente.

 

Todo o verdadeiro adorador leva os outros a um relacionamento mais profundo com Deus através da adoração.

 

É comum ouvirmos este lamento entre os crentes:”há qualquer coisa que falta na igreja”.

 

*Uns dizem: “pois é falta amor”

*Dizem outros: “o que falta é paixão pelos perdidos”

*Há também os que reclamam dizendo:”falta-nos um pastor como deve ser”…

 

E assim cada um comenta o que acha que falta na igreja, todavia o que realmente falta na igreja hoje é “Verdadeira Adoração”.

 

Nós passamos várias horas por semana na casa de oração, de tal modo que até já tratamos por “TU” a liturgia e o que conta é estar na casa de oração. Já não temos mais capacidade para perguntar a nós mesmos o seguinte: “será que todas as vezes que vou ao culto eu estou de facto a adorar a Deus”? Porque pensamos que todas as vezes que vamos à casa de oração estamos a adorar.

 

ILUSTRAÇÃO:

Certa criança, enquanto passeava com o pai pela cidade, viu um grande templo e no painel de anúncios dizia: “venha adorar” . A criança perguntou ao pai: “Pai, o que é adorar”? Ao que o pai lhe respondeu: “Bom filho, adorar é ir à igreja e escutar o pregador”…

 

Alguém descreveu a adoração como sendo “o derramar dos sentimentos da alma que acha repouso na presença de Deus”. O salmista expressa isto muito bem quando diz: (Sl 42:1-2)

1 COMO o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó Deus!

2 A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo, quando entrarei e me apresentarei ante a face de Deus?

 

Esta sede é saciada somente quando nos esforçamos para entrar em contacto com Deus e lhe dedicamos o nosso tempo, adorando segundo as directrizes que o Espírito Santo nos revela na Bíblia Sagrada.

 

Alguém descreveu a adoração como O brotar de um coração

*Que já conhece o Pai como Doador,

*Que já conhece o Filho como Salvador,

* E que já conhece o Espírito Santo como hóspede que nele habita.

 

(Sl 16:11) Far-me-ás ver a vereda da vida; (dizia o salmista) na tua presença há abundância de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente.

 

Sem a presença de Deus:

*A nossa vida seria vazia,

*Os nossos cultos seriam frios e destituídos de sentido,

*O nosso testemunho seria destituído de poder

*Os nossos cânticos seriam inúteis e estéreis

*As nossas orações não passariam de preces religiosas e nada mais.

*A nossa fé estaria morta e mal cheirosa

 

Mas agora, Deus está no nosso meio, e à medida que adoramos no Espírito, Deus se revela a nós de modo progressivo e, o nosso crescimento espiritual é um processo continuado.

 

Adoremos hoje a Deus nosso Criador, Salvador e Guia. Achemos Nele tranquilidade, repouso, descanso seguro.

 

 


sinto-me: adorador
música: adorarei

publicado por prjmsousa às 18:58
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